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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Tudo sobre os reinos do Norte e do Sul, seus reis e profetas.


INTRODUÇÃO:
Quando Deus escolhe um povo para glorificar seu nome, chama Abraão do meio de um povo idólatra e promete-lhe uma nova terra onde dele, Abraão, pudesse nascer uma nação santa. Abraão não chega a ver essa terra e nenhuma nação, apenas um filho Deus lhe deu.Algumas centenas de anos depois essa nação é fato, porém, de um povo escravo, numa terra estrangeira. O Senhor não esqueceu de sua promessa e tira aquele povo e leva para a tal sonhada terra prometida. Contudo, esses não tardam a esquecer de seu Deus e se entregam à idolatria. Por muitas vezes, Deus busca os seus escolhidos de volta. Até que este povo, a quem Deus chama Israel, rejeita seu governo e pede-lhe um rei.

(Reinos de Saul, Davi, Salomão)


Deus atende seu pedido e unge-lhe Saul rei em Israel, este se desvia dos caminhos do Senhor e é sucedido por um jovem pastor, Davi. Deus tem nele um coração segundo o seu coração, pois buscou andar sempre nos seus conselhos. Por este motivo, Deus promete-lhe nunca faltar sucessor na sua casa, e assim, seu filho Salomão sucede-lhe no trono. Contudo, este esqueceu do seu Deus e buscou outros deuses. Porquanto, veio sobre ele a ira do Senhor que não deixa impune sua idolatria. Porém, lembra-se de Davi e retarda sua ira a sua descendência.
Um único povo, um único rei, um único Deus. Este era o propósito do Senhor, e que, por causa dos pecados do seu rei, o povo ver agora o reino dividido, assim como foi o coração de Salomão.
E o que era antes o Reino de Israel agora é:


Reino do Sul ou Judá: com as tribos de Judá e Benjamim: 931-586 a. C;


Reino do Norte ou Israel: com as tribos de Rubem, Simeão, Dã, Naftali, Gade, Aser, Issacar, Zebulom, Efraim e Manasses: 931- 722 a. C.


Depois de dividido, essa foi a história do povo de Deus e seus respectivos reis:


Reis de Judá:
Roboão
Abias
Asa
Josafá
Jeorão ou Jorão
Acazias
Atália
Joás
Amazias
Uzia ou Azarias
Jotão
Acaz
Ezequias
Manasses
Amom
Josias
Joacaz
Jeoaquim
Joaquim
Zedequias



Reis de Israel:
Jeroboão I
Nadabe
Baasa
Ela
Zinri
Onri e Tibni
Acabe
Acazias
Jorão
Jeú
Jeoacaz
Jeoás
Jeroboão II
Zacarias
Salum
Menaém
Pecaías
Peca
Oséias


REIS DE JUDÁ
1. Roboão: filho do rei Salomão e de Naamã, amonita, sucede seu pai no trono davítico após a morte de seu pai. Com quarenta e um anos de idade sobe ao trono e reina por dezessete anos em Jerusalém. E foi por suas mãos que o reino foi divido, quando por sua impiedade, não acata o pedido do povo de Israel representado por Jeroboão que pediam que o rei retirasse os pesados tributos impostos ao povo por Salomão. Pedido este também feito pelos anciãos e pelo o profeta Aías, que estiveram com seu pai, preferindo antes, ouvir os conselhos dos jovens seus amigos.
Israel rebela-se contra a casa de Davi e o reino é dividido ficando Judá e Benjamim de um lado com Roboão e os Reino do Sul; e as outras dez tribos do outro com Jeroboão e o Reino do norte.
Roboão abandona a lei do Senhor entregando-se a idolatria e leva Israel a fazer o mesmo, é repreendido pelo o Senhor que usa a Sisaque, rei do Egito, para humilhá-lo tomando o tesouro da Casa do Senhor e do rei, conforme diz o Senhor por intermédio do profeta Semaías em 2 Cr12:5-6. E assim, durante seu reinado Israel não teve paz.
Morre Roboão e é sepultado em Jerusalém com seus pais. Sucede-lhe no trono o seu filho Abias.
Seu reinado vai de 931 à 913 a.C
I Reis 11:43; 12:1-24; 14:21-30; II Crônicas 10:1-19; 11:1-12;12:1-16
2. Abias ou Abião: filho de Roboão com Maaca, filha de Absalão, sucede seu pai e reina por três anos.
Assim como Roboão, foi impiedoso, fez o que era mal perante Deus, guerreia contra Jeroboão e, prevalecendo contra esse, torna-se ainda mais poderoso.
Casou-se com quatorze mulheres e teve vinte e dois filhos e dezesseis filhas, um deles é Asa, que o sucede no trono.Como nos tempos de seu pai, Israel tinha a presença dos profetas Aías, Semaís e Ido, mas Abias não os ouviam, preferindo antes seguir os seus próprios conselhos.
Morreu o rei Abias e foi sepultado em Jerusalém com seus pais. Seu filho Asa reina em seu lugar.
Seu reinado vai de 913 à 910 a. C.
I Reis 14:31; 15:1-8; II Crônicas 12:16;13:1-22; 13:14-22; 14:10


3. Asa: filho de Abias, e Maaca, filha de Uriel, reina quarenta e um anos sobre Judá em Jerusalém.


Procurar andar nos caminhos do Senhor e, durante seu reinado, foi exortado pelo profeta Azarias, a seguir os ensinamentos do Senhor. E assim, levou a Israel a voltar-se para o seu Deus acabando com o culto aos ídolos e a toda idolatria. Depôs sua mãe por estar envolvida com a idolatria. Porém não destruído os altares construídos por seu pai. Ainda assim, Asa agradou o Senhor, fazendo-lhe o que era reto. Reuniu em Jerusalém, além das tribos de Judá e Benjamim, as de Efraim, Manasses e Simeão, para oferecerem sacrifícios ao Senhor. E estabeleceu que todos buscassem ao Senhor, Deus de Israel, sob pena de serem mortos.
Apesar da paz que reina em Judá, Zerá, o etíope, levanta-se contra Asa que o vence, pois Deus é com ele.


Decorridos trinta e seis anos do seu reinado, Baasa rei de Israel, sobe contra Judá e edifica a Rama, porém Asa faz aliança com o rei da Síria, Bem-Hadade, que anula sua aliança com Baasa e sai contra Israel fazendo com que Baasa desista de edificar a Rama e volte para Tirza. Com a madeira e as pedras da construção de Rama, Asa edifica Geba e Mispa.
Apesar de bem sucedido, o acordo do Rei Asa com o rei da Síria, foi repreendido por Deus por não confiar nEle, mas no rei da Síria, e indignando-se contra o vidente Hanani, enviado de Deus, lança-o no cárcere, no tronco e ainda oprime alguns do povo.
No ano trinta e nove do seu reinado, Asa fica gravemente doente dos pés e não busca ao Senhor, mas aos médicos. Dois anos depois morre e é sucedido por seu filho Josafá.
Seu reinado vai de 910 à 869 a. C.


I Reis 15:1-24; II Crônicas 14:1-15; 15:1-19; 16:1-14.


4. Josafá: Filho do rei Asa e de Azuba, filha de Sili. Sucedeu seu pai aos trinta e cinco anos e reinou por 25 anos.


Foi fiel a Deus, buscando-O e andando em seus caminhos como andou seu pai. O que fez Deus, ser Josafá bem sucedido em seus feitos. Seu reinado foi de paz, prosperidade e glória. Tirou os altos e os postes-ídolos de Judá; enviou alguns príncipes, levitas e sacerdotes para ensinarem em Judá a Lei do Senhor; constituiu em todas as cidades do país, juízes, levitas, sacerdotes e dos cabeças das famílias de Israel para julgar conforme a Lei de Deus; também em todas as cidades edificou fortalezas, cidades-armazéns; além de muitas outras obras; tinha muita gente de guerra e homens valentes e todos os reinos temiam a Josafá.
Acabe, rei de Israel, faz aliança com Josafá para pelejarem contra Ramote-Gileade, mas Josafá consulta a Deus através do profeta Micaías, que profetiza vitória de Josafá e derrota de Acabe, este se indignando, manda prender o profeta. Deus foi com Josafá e este teve a vitória, porém foi repreendido por Deus, através do profeta Jeú, por sua aliança com Acabe.
Moabe e Amom levantam-se para destruir Judá, porém Josafá clama ao Senhor e tem a vitória sem ao menos guerrear, pois eles mesmos se destruíram no monte Seir, cidade esta invadida e destruída pelos os mesmos moabitas e amonitas. Judá encontra muita riqueza aí e leva para Jerusalém aumentando ainda mais suas riquezas. Depois disto, Judá teve paz, pois todas as nações temiam e não mais incomodaram.
Depois disso , Josafá alia-se ao rei de Israel, Acazias, para fazerem navios e irem até Társis em busca de ouro, porém Deus repreendeu através do profeta Eliézer e destrói os navios.
Morre o rei Josafá e é sepultado em Jerusalém junto aos seus pais. Seu filho Jeorão reina em seu lugar.
Seu reinado vai de 872 à 848 a. C.


I Reis 15:24; 22:1-52; II Crônicas 16:13-14; 17:1-19; 18:1-34; 19:1-11; 20:1-37.


5. Jeorão ou Jorão: Filho do rei Josafá. Sucedeu seu pai aos trinta e dois anos de idade e reinou oito anos sobre Judá.


Foi um rei cruel, mal e idólatra perante o Senhor. Assim que assumiu o trono, matou todos os seus irmãos e a alguns dos príncipes de Israel. Levou Judá a se desviar dos caminhos do Senhor praticando a idolatria. Preferiu antes ouvir os conselhos do rei de Israel Acabe, seu sogro.
Como resposta de Deus, os edomitas se rebelaram e constituíram seu próprio rei. Joarão é avisado pelo profeta Elias do castigo que receberia por suas atrocidades. Não demorou e os filisteus e arábios, sobem a Judá, invadem o palácio do rei, levam tudo o quanto tem, inclusive suas mulheres e filhos que são mortos, escapando apenas o filho mais novo, Acazias.
Depois disso, Jeorão é acometido de grande enfermidade no abdômen. Passado dois anos morreu, sendo sepultado em Jerusalém, porém não com seus pais, e também não deixou saudades. Judá constitui rei a Acazias, filho mais novo de Jeorão.
Seu reinado vai de 848 à 841 a. C.


II Reis 8:16-24; 22:51; II Crônicas 21:1:20


6. Acazias: Filho do rei de Judá, Jeorão, e Atalia, filha de Acabe, rei de Israel. Sucede seu pai com vinte e dois anos e reina apenas por um ano.


Assim como Jeorão, foi mal e idólatra aos olhos do Senhor. Tinha Acazias uma aliança com o rei de Israel Jorão e subiram para pelejar contra Hazael, rei da Síria, sendo Jorão ferido nessa batalha. Por este tempo, o Senhor através do profeta Elias, pronuncia a sentença para Acazias e unge a Jeú para libertar Judá do domínio idólatra de seu Rei. Jeú ao chegar em Jezreel mata Jorão, rei de Israel e Acazias foge mas é perseguido por Jeú que acaba matando-o. E os servos de Acazias o sepultam em Jerusalém junto ao seus pais.
Acazias não deixou sucessor, mas sua mãe Atalia se apodera do trono de Judá.
Reina em 841 a. C.


II Reis 8: 24-26; 9:16-29; II Crônicas 22:1-10.


7. Atalia: Filha de Acabe, rei de Israel e Jezabel, esposa Jeorão, rei de Judá, mãe de Acazias.

Após a morte de seu filho, rouba o trono de Judá e passa a governar por seis anos. Cruel e sanguinária introduz também em Jerusalém o culto a Baal e ainda levou os utensílios da casa do Senhor para serem utilizados nos cultos a Baal. Seu primeiro ato foi matar todos os membros da família real, inclusive seus netos. Porém Joás, filho mais novo de Acazias, escapa com a ajuda de sua tia Jeosaba, esposa do sacerdote Joiada.
Passados seis anos, Joiada apresenta, na casa do Senhor, Jóas como o legítimo rei que é recebido pelo povo com muita alegria. Atalia vai ao templo do Senhor na tentativa de conter a rebelião, mas é retirada e morta à entrada da casa do rei.
Após a morte de Atália, o povo entra na casa de Baal e destrói seus altares e as suas imagens e mata a Matã, sacerdote de Baal.
O sacerdote Joiada entrega a casa do Senhor aos levitas, oferece holocaustos ao Senhor e houve paz na cidade. E assim reinou Joás.
Seu período de regência vai de 841 à 835 a. C.


II Reis 11:1-21; II Crônicas 22:10-12; 23:12-21; 24:7


8. Joás: filho de Acazias e Zibia, de Berseba. Sobe ao trono de Judá aos sete anos de idade e reina por quarenta anos em Jerusalém.


Joás, o rei menino, sobreviveu ,com ajuda de sua tia Jeoseba, à fúria de sua avó Atalia quando tinha apenas um ano. Criado pelo sacerdote Joiada, foi fiel ao Senhor enquanto este vivia; porém depois fez o que era mal aos olhos de Deus e por isso não foi próspero no seu reinado, porquanto foi abandonado por Deus.
No início do seu reinado Joás reparou a Casa do Senhor, e procurou andar nos seus conselhos, porém reinou de forma precipitada, o que levou a se afastar dos propósitos do seu Deus praticando a idolatria. Uma vez que, vindo os príncipes de Judá prostraram-se perante ele que os atendeu em tudo. E deixaram a Casa do Senhor, para servirem às imagens do bosque e aos ídolos; por este ato foi Joás repreendido pelo Senhor com grande ira. Porém enviou profetas entre eles, para os fazer tornar ao Senhor, os quais protestaram contra eles; mas eles não deram ouvidos. E ainda, o Espírito de Deus revestiu a Zacarias, filho do sacerdote Joiada, para levar a mensagem ao Rei de que não prosperaria em seus feitos e que assim como ele abandou o Senhor também Deus o abandonaria. Mas revoltando-se contra o profeta, o apedrejaram no pátio da Casa do Senhor. Assim, o rei Joás não se lembrou do que fizera Joiada, pai de Zacarias.
Deus, então castiga Judá através de Hazael, rei da Síria, quando este tenta conquistar Jerusalém e toma todos os tesouros da Casa do Senhor e da casa do rei, e retirou-se de Jerusalém deixando Joás ferido.
Estando Jóas ferido no seu leito, alguns dos seus servos tramam contra ele e o matam. Jóas é sepultado em Jerusalém, mas não com os seus pais. E seu filho Amazias reinou em seu lugar.
Seu reinado vai de 835 à 796 a. C.

II Reis 11:2; 12:1-21; 13:1; II Crônicas 22:11; 24:1-27.


9. Amazias: Filho de Jóas, rei de Judá e Jeoadã. Sobe ao trono de Judá aos vinte e cinco anos de idade e reina por vinte e nove anos.


Buscou agradar a Deus, porém não com integridade de coração. Pois foi um Rei vingativo, e o seu primeiro ato ao se confirmar no trono foi matar os servos que assassinaram seu pai, poupou no entanto a vida de seus filhos. Depois declara guerra aos edomitas e sai vitorioso do vale do Sal, conquista Sela, a capital dos edomitas.
Amazias realizou cerimônias religiosas em honra aos deuses edomitas e por causa deste ato de idolatria, não obteve sucesso no seu reinado antes foi destruído, segundo lhe falou o Profeta. Foi inteiramente derrotado na batalha de Bete-Semes por Jeoás, rei de Israel, a quem tinha provocado, e por quem foi preso e conduzido às portas de Jerusalém, que caiu sem resistência, é saqueada por Jeoás.
Acaba seu reinado assassinado por seus compatriotas em Laquis, para onde se tinha retirado, fugindo de Jerusalém. Foi sepultado em Jerusalém com os seus pais e seu filho Uzias sucede no trono de Judá.


Seu reinado vai de 796 à 767 a. C.


II Reis 12:21; 14:1-20; II Crônicas 24:27; 25:1-28.


10. Uzias ou Azarias: Filho de Amazias, rei de Judá e Jecolias. Sucedeu seu pai aos dezesseis anos de idade e reinou por 52 anos em Jerusalém.


Buscou andar nos caminhos do Senhor em tudo quanto fez, por isso teve um reinado de muita prosperidade. Foi notável engenheiro e projetava ele mesmo suas armas de guerra, foi também considerado um grande guerreiro, temido por todos e sua fama chegou até o Egito.
Guerreou contra os filisteus, arábios e meunitas vencendo a todos, pois Deus era com Uzias que o buscava através do Profeta Zacarias e Isaías e que trazia uma mensagem de punição e juízo para os pecados de Judá e Israel, e das nações vizinhas. Contudo, Uzias fortificou torres e edificou a cidade de Élate, construiu reservatórios de água, recebeu presentes dos amonita, tinha muito gado e muitos campos férteis e foi considerado amigo da agricultura. Porém os altos não tirou, porque o povo ainda sacrificava e queimava incenso nos altos.
Contudo, nos últimos anos de sua vida, exaltou-se e quis ele mesmo queimar incenso no altar do incenso. O que não lhe era permitido, mas tão somente aos sacerdotes e por isso foi amaldiçoado com lepra até o dia de sua morte. Morrendo o rei Uzias isolado numa casa separada. Porém Jotão, seu filho, tinha o cargo da casa e governava Judá. Morreu uzias e foi sepultado com seus pais. Seu filho Jotão sucedeu-lhe no trono.


Seu reinado vai de 791 à 740 a. C.


II Reis 15: 1-7; II Crônicas 26:1-23.


11. Jotão: Filho de Uzias, rei de Judá e Jerusa, filha de Zadoque. Subiu ao trono aos vinte e cinco anos de idade e reinou em Jerusalém por dezesseis anos.


Regente em Judá nos tempos de seu pai, fez o que era reto ao Senhor, e não ousou contra o seu Deus, antes buscou andar nos seus conselhos através do profeta Isaías que lhe transmitia da parte de Deus, mensagens de punição e juízo para os pecados de Judá e das nações vizinhas, Jotão temeu ao Senhor. Contudo o povo permanecia no mal com sua idolatria. Mas Jotão foi bem sucedido em seus feitos, edificou muitas obras, inclusive cidades na região montanhosa de Judá e nos bosques, castelos e torres. Guerreou contra os amonitas que não quiseram pagar os tributos, que lhes foram impostos por seu pai, ele os obrigou a isso pela força das armas.
Jotão foi homem poderoso e seu reinado foi próspero, mas já no seu fim a paz foi ameaçada pelo rei de Damasco e por Peca.
Morre o rei Jotão e é sepultado com seus pais em Jerusalém. Seu filho Acaz reina em seu lugar.


Seu reinado vai de 750 à 735 a. C.


II Reis 15: 5-7; 32-38; II Crônicas 26:23; 27:1-9


12. Acaz: Filho de Jotão, rei de Judá. Sucedeu seu pai aos vinte anos e reinou em Jerusalém por dezesseis anos.


Seu reinado foi de abominações ao Senhor por quanto andou Acaz nos caminhos de Israel e se entregou à idolatria esquecendo-se do Senhor, seu Deus. Sacrificou, e queimou incenso nos altos e nos outeiros, como também debaixo de todo o arvoredo. Pegou os utensílios da Casa de Deus, e os fez em pedaços, e fechou suas portas, e fez para si altares em todos os cantos de Jerusalém. E até a seu filho Sacrificou no fogo, em holocaustos a seus deuses.
Porém sua maldade não ficou impune, o Senhor levantou-se contra Acaz e os entregou nas mãos do rei da Síria que levou cativo uma grande multidão, também o rei de Israel venceu Acaz, matando muitos homens poderosos de Judá, saqueou e levou cativo os habitantes de Judá como tinha falado o profeta Odede que Judá seria vencido. Porém o Senhor, através do mesmo profeta Obede, não permite que Israel leve cativos até samaria os seus irmãos, Israel ouve a Deus e os liberta com seus pertences. Houve ainda derrota para os filisteus e edomitas que sitiaram muitas cidades de Judá.
Diante de tantas derrotas, o rei Acaz despreza os conselhos do profeta Isaías que alertava da punição e juízo para os pecados de Judá e das nações vizinhas, mesmo assim, pede socorro ao rei da Assíria mandando-lhe presentes retirados da Casa do Senhor e submetendo-se ao seu domínio, aumentando ainda mais sua ruína, e o rei da Assíria não o ajudou.
Acaz desesperado, pede ao sacerdote Urias que edifique altar igual aos vistos em Damasco e oferece, ele mesmo, sacrifícios aos deuses do rei da Assiria, dizendo ele que os mesmos ajudavam o rei da Assíria, assim também o ajudaria. Dessa forma, Judá foi tomada por todas as partes de altos para queimar incenso a outros deuses, aumentando ainda mais a ira de Deus sobre Judá.
Morre o Rei Acaz, é sepultado em Jerusalém, porém não com seus pais. Em seu lugar reina seu filho Ezequias.


Seu reinado vai de 735 à 716 a. C.


II Reis 15:38;16:1-20; II Crônicas 27:9; 28:1-27


13. Ezequias: Filho de Acaz, rei de Judá, e Abi, filha de Zacarias. Subiu ao trono com vinte e cinco anos de idade e reinou em Jerusalém por vinte e nove anos.
Seu reinado foi próspero e em tudo procurou agradar a Deus, e não ouve em Jerusalém rei virtuoso como Ezequias.


Sendo rei zeloso pelas coisas de Deus, assim que subiu ao trono, tratou de desfazer as más obras de seu pai: Destrói os ídolos e templos pagãos construídos por Acaz e restaura a Casa e o Culto ao Senhor, restitui o ministério aos sacerdotes e levitas e convoca todo o reino, inclusive Israel, a celebrar a Páscoa, destrói também a serpente de bronze construída na época de Moisés, pois o povo estava adorando-a. Constrói açudes e aquedutos e muitos outros feitos.
O rei da Assíria, Senaqueribe, levanta-se contra Jerusalém, Ezequias busca a paz por meio de presentes, contudo, Senaqueribe não se dá por satisfeito e, fazendo pouco caso do Deus de Ezequias, desafia confiadamente, porém o Rei Ezequias e o profeta Isaías oram a Deus que lhes dá a vitória sem mesmo haver luta. Depois deste acontecimento, houve paz em Judá e Ezequias recebeu muitos presentes.
Contudo, o rei Ezequias é acometido de uma doença incurável, e tem a sentença de morte decretada por Deus através do profeta Isaías. Mais uma vez, o Rei busca a bondade de Deus, e, em prantos, clama por cura, ao qual Deus concede-lhe mais quinze anos de vida. Esse acontecimento se espalhou pela terra e o filho do rei da Babilônia, Merodaque-Baladã envia a Ezequias um mensageiro com presentes para o Rei. Tomado de orgulho, Ezequias mostra os tesouros da Casa de Deus, assim como os da casa real aos mensageiros da Babilônia. Então o profeta Isaías adverte o Rei que este ato custaria o cativeiro dos judeus pelos babilônios e que nada restaria em Jerusalém, inclusive seus filhos. Contudo houve paz nos dias de seu reinado.
Morre Ezequias e é sepultado com seus pais. Em seu lugar reina seu filho Manasses.
Seu reinado vai de 716 à 687 a. C.

II Reis 16:20; 18:1-37; 19:1-37; 20:1-21; II Crônicas 28:27; 29:1-36; 30:1-27; 31:2-21; 32:1-33; Isaías 38.1-5; 39:1-8.


14. Manasses: Filho de Ezequias, rei de Judá, e Hefzibá. Começou a reinar com doze anos de idade e reinou por cinqüenta e cinco anos em Jerusalém.


Fez tudo que era mal perante o Senhor, desviando-se dos caminhos do Senhor e dos ensinamentos de seu pai, o rei Ezequeias. Foi um rei cruel, e sua maldade chegou ao extremo de derramar muito sangue inocente em Jerusalém. Não deu ouvidos ao profeta Miquéias que não se cansava de repreender o povo pelo pecado e de falar sobre as conseqüências da desobediência.
Mesmo assim, Manasses promoveu a idolatria por todo a terra de Judá, prestando culto aos ídolos de Canaã; reedificando os altos que o seu pai tinha destruído;assim como poste-ídolo; levanta altares a Baal; edifica altares a todo o exército dos céus, nos pátios da casa de Deus; oferece seu filho em holocausto a Moloque; pratica magia, adivinhações e outras superstições; pôs um ídolo na casa de Deus; e finalmente, envolveu o povo em todas as abominações das nações idólatras, a ponto de os israelitas cometerem mais maldades do que os cananeus, a quem o Senhor tinha expulsado de Canaã.


Contudo, Deus o castigou por todos os seus terríveis e abomináveis feitos, pois foi levado cativo pelo rei da Assíria para a Babilônia, onde se humilhou diante de Deus.
Voltando a Jerusalém, estabeleceu de novo o culto ao Senhor, e destruiu todos os altares e lugares de idolatria, mas os altos não foram destruídos. Ordenou que Jerusalém fosse fortificada, e pôs guarnições em todos os lugares fortes de Judá.
Morre Manasses em Jerusalém, porém não foi sepultado com seus pais, mas no jardim da sua casa. E em seu lugar reina seu filho Amom.
Seu reinado vai de 696 à 642 a. C.


II Reis 20:21; 21:1-18; II Crônicas 32:33; 33:1-20.


15. Amom: Filho de Manasses, rei de Judá, e Mesulemete, filha de Haruz. Sucedeu seu pai aos vinte e dois anos de idade e reinou em Jerusalém por dois anos.
Foi um rei mal e impiedoso fazendo tudo o que seu pai fizera, se afastou dos ensinamentos do Senhor e voltou-se à prática da idolatria. Porém não se humilhou perante o Senhor. Seu orgulho e sua idolatria não foram aceitos por alguns de Judá e é Amom assassinado por seus próprios servos em sua casa. Porém o povo pune os assassinos do Rei.
Foi Amom sepultado no jardim de sua casa, em Jerusalém. E em seu lugar, reina seu filho Josias.
Seu reinado vai de 642 à 640 a. C.


II Reis 21:18-26; II Crônicas 33:20-25.


16. Josias: Filho de Amom, rei de Judá, e Jedida, filha de Adaías. Começou a reinar com apenas oito anos de idade em reinou em Jerusalém por trinta e um anos.


Rei piedoso, durante seu governo procurou fazer tudo de acordo com a Lei do Senhor, foi temente e fiel ao seu Deus, por esse motivo seu governo foi de paz. Contudo. A profetisa Hulda, profetisa grandes males para o povo de Judá por causa dos pecados de seus pais.
Josias permaneceu nos conselhos do seu Deus e manda purificar o templo do Senhor e queimar tudo que era usado nos cultos a Baal, destituiu os sacerdotes que sacrificavam aos deuses, e eliminou de Judá todo e qualquer lugar de idolatria; eliminou também os feiticeiros, médiuns e toda abominação com a qual o povo de Judá havia se contaminado; deu ordem para que celebrassem a Páscoa.
Já no fim do seu reinado, o faraó Neco foi lutar contra os medos e babilônios, atravessando o território israelita, Josias saiu contra os egípcios em Megido, apesar de ser alertado pelo faraó a não fazer isso, Josias não atendeu e foi mortalmente ferido por Neco. Foi sepultado em Jerusalém com seus pais. O profeta Jeremias compôs uma bela elegia, a qual durante muito tempo era cantada ou recitada todos os anos. Em seu lugar reinou seu filho Jeoacaz.
Seu reinado vai de 640 à 609 a. C.


II Reis 21:26; 22:1-7; 23:1-30; II Crônicas 33:25; 34:1-33; 35:1-2.


17. Jeoacaz ou Jeocaz: Filho de Josias, rei de Judá, e Hamutal, filha de Jeremias, de Libna. Sucedeu seu pai aos vinte e três anos de idade reinando em lugar de seu irmão mais velho, Jeoaquim, e reinou sobre Judá apenas três meses.


Durante o seu curto reinado, fez tudo o que era mal perante o Senhor e demonstrou sua maldade oprimindo o povo. Porém o Faraó Neco mandou prender a Jeocaz para que não reinasse em Jerusalém; e Israel impôs a pena de cem talentos de prata e um talento de ouro.
Em seu lugar o Faraó-Neco estabeleceu rei a Eliaquim, também filho de Josias, e mudou-lhe o nome para Jeoaquim. Quanto a Joacaz, levou consigo para o Egito, onde permaneceu preso até a sua morte, para se cumprir o Deus falou por intermédio da profetisa Hulda.
Reina em Judá em 609 a. C.


II Reis 23:34; II Crônicas 36:1-4; Ezequiel 19:3.


18. Jeoaquim: Filho de Josias, rei de Judá, e Zebida, filha de Pedaías. Seu nome era Eliaquim, porém o Faraó-Nero mudou para Jeoaquim. Subiu ao trono de Judá com vinte e cinco anos de idade e reinou por onze anos em lugar de seu irmão Jeoacaz que fora levado cativo para o Egito.


Assim como seu irmão, fez tudo o que era mal perante o Senhor. Durante seu reinado o rei Nabucodonosor, rei da Babilônia que havia vencido o Faraó-Neco, sobe contra Judá e por três anos tem o rei Jeoaquim por seu servo, até que este se rebela contra aquele. O Senhor então envia contra Judá os caudeus, siros, moabitas, amonitas para destruí-la por causa dos pecados cometidos pelo rei Manasses.
E assim, depois de um reinado iníquo de onze anos, de grandes perturbações, foi Jeoaquim morto, sendo o seu corpo lançado para fora de Jerusalém, com indignação, como o profeta Jeremias o havia anunciado. E em seu lugar reinou seu filho Joaquim.
Seu reinado vai de 609 à 598 a. C.


II Reis 23:34-36; 24:1-37; II Crônicas 36:4-8; Jeremias 22:18,19; 26:23.


19. Joaquim ou Jeconias: Filho de Jeoaquim ou Eliaquim, rei de Judá, e Neústa, filha de Elnatã. Sucedeu seu pai aos dezoito anos de idade e reinou sobre Jerusalém por apenas três meses e dez dias.


Assim como seu pai, foi um Rei mal perante o Senhor. Porém não ficou impune e durante o seu reinado, e assim como profetizou Jeremias, o rei de Babilônia, Nabucodonosor, o levou cativo, levando também para a Babilônia os utensílios da Casa do Senhor, os príncipes e os homens valorosos, e todos os carpinteiros e ferreiros, deixando em Jerusalém apenas os pobres.
Em seu lugar, o rei da Babilônia fez rei a Matanias, irmão de Jeoaquim e tio de Joaquim, a quem Nabucodonosor muda o nome para Zedequias.
Joaquim esteve preso com todo o rigor pelo espaço de trinta e seis anos; foi só depois deste tempo que Evil-Merodaque, sucedendo a Nabucodonosor, o pôs em liberdade, e o colocou num lugar de superioridade em relação aos outros cativos. E nada mais se sabe dele, não obstante terem sido Daniel e Ezequiel seus companheiros no cativeiro.
Reina em Judá em 598 a. C.


II Reis 24:6-17; I Crônicas 3:16,17; II Crônicas 36:8-10; Jeremias 22:24-30; 29:2.


20. Matanias ou Zedequias: Filho de Josias, rei de Judá, e Hamutal. Sendo tio de Joaquim, rei de Judá, sucedeu seu sobrinho Joaquim aos vinte e um anos de idade e reinou por onze anos sobre Jerusalém.


Este foi o último Rei de Judá e também fez o que era mal perante o Senhor. Sempre que o Senhor mandava um mensageiro a Zedequias, esse zombava, desprezava a Palavra de Deus e prendia os profetas; o povo aumentava mais e mais as transgressões, cometendo todo tipo de abominação. O trono de Judá foi dado a Zedequias por Nabucodonosor, rei da Babilônia, depois que levou preso o rei Joaquim. Na ocasião, Nabucodonosor fez Zedequias jurar fidelidade, e isto também foi um desagrado ao Senhor. Porém, nove anos depois se revoltou contra Nabucodonosor, que, por esse motivo, subiu contra Jerusalém. Jeremias, o profeta, aconselhou Zedequias a que se rendesse, mas ele recusou e a cidade foi tomada. Fugiu Zedequias, mas foi preso na planície de Jericó. Foi levado à presença de Nabucodonosor, que então estava em Ribla da Síria, e ali viu matar os seus filhos, sendo-lhe depois tirados os seus próprios olhos e levado atados com duas cadeias de bronze para a Babilônia.
Depois desse acontecimento, Nabucodonosor mandou queimar a Casa do Senhor e a do Rei, assim como todas as casas de Jerusalém, seus muros foram derrubados, levou cativo para a Babilônia alguns de Judá que tinham ficado na cidade e a outros, pobres, deixou-os como lavradores de vinhas. Nomeou a Gedalias governador sobre eles, e tudo quanto Salomão tinha feito para a Casa do Senhor foi levado para a Babilônia. E assim, Judá esteve em cativeiro babilônico por setenta anos, para se cumprir o que o Senhor falara por meio dos seus profetas, tudo por causa da maldade e infidelidade do povo de Deus.


Seu reinado vai de 597 à 586 a. C.


II Reis 24:17,18; 25:1-22; II Crônicas 36:10-21; Jeremias 12:13; 32:4. REIS DE ISRAEL:


1. Jeroboão I: Filho de Nebate, servo de Salomão, e Zerua. Pertencia a tribo de Efraim.


Após a morte do rei Salomão, Jeroboão que fugira para o Egito temendo ser morto por Salomão, volta para Siquém. Jeroboão reúne Israel e vai a presença do rei Roboão, filho de Salomão, pedir que o rei retire os pesados tributos impostos ao povo por Salomão. Pedido este também feito pelos anciãos e pelo o profeta Aías, que estiveram com Salomão, porém Roboão prefere antes, ouvir os conselhos dos jovens seus amigos. Israel rebela-se contra a casa de Davi e o reino é dividido ficando Judá e Benjamim de um lado com Roboão e os Reino do Sul e as outras dez tribos do outro com Jeroboão e o Reino do norte.
Agora Rei, Jeroboão manda fortificar Siquém, reedifica Penuel, cidade além do Jordão. Porém não segue os conselhos dos profetas do Senhor, antes se desvia dele praticando e levando todo o Israel praticar a idolatria.
Temendo que o povo, ao subir para Jerusalém a fim de adorar ao Deus de Israel e, voltando-se para o Senhor, desejassem a reunificação dos reinos, estabeleceu um culto idólatra em Dã e em Betel fazendo dois bezerros de ouro para Israel adorar. Também edificou templos, e estabeleceu sacerdotes dos mais baixos do povo, que não pertenciam à família de Arão, nem à de Levi e queimou ele mesmo incenso a esses deuses.
Porém, Deus repreende a Jeroboão que, rejeitando as palavras do profeta, manda que o prenda , no mesmo instante o Rei tem a mão ressequida, mas implora para que o profeta ore a Deus que o cura. Contudo, não abandonou a idolatria, antes procurava mais e mais se desviar dos caminhos do Deus de Israel. Mas seus feitos não ficaram impunes e, por meio do profeta Aías, o Senhor dá a sentença da sua ira: Não haverá na casa de Jeroboão descendentes, nem de sua família, e não serão sepultados, e tão somente ao filho de Jeroboão se fará pranto e sepulcro.
Depois de reinar sobre Israel por vinte e dois anos, morre o rei Jeroboão. Em seu lugar reina seu filho Nadabe.
Seu reinado vai de 931 à 898 a. C.


I Reis 11:26; 12:12-33;14:1-20;


2. Nadabe: Filho de Jeroboão, rei de Israel. Reinou sobre Israel por dois anos e fez tudo o que era mal aos olhos de Deus a exemplo de seu pai.


E assim como o Senhor falou por meio do profeta Aías, que eliminaria da casa de Jeroboão todos do sexo masculino, a profecia se cumpriu quando Nadabe cercou Gibetom e foi, o rei de Israel, traído e morto por Baasa, e com ele toda a sua casa, exterminando assim, a casa de Efraim. E Baasa reinou em seu lugar.


Seu reinado foi de 898 à 896 a. C.


I Reis 14:20; 15:25-31.3. Baasa: Filho de Aías, da tribo de Issacar. Sucedeu Nadabe após tê-lo traído e matado toda a sua família. Reinou por vinte e quatro anos sobre Israel.
Foi um rei cruel e muito desagradou a Deus. Mandou exterminar a descendência de Jeroboão, porém andou nos seus caminhos maus não dando ouvidos à Palavra de Deus que recebeu do profeta Jeú. Por esse motivo veio sobre ele a ruína, e seu governo foi cheio de perturbações, esteve em guerra com Judá.


O neto do rei da Síria, Ben-Hadade, tomou diversas cidades ao norte de Israel, obrigando-o, desta maneira, a desistir de fortificar Ramá contra Judá.
Morre o rei Baasa, é sepultado em Tirza. E seu filho Elá o sucede no trono, porém, depois de sua morte seu servo Zinri extermina todos de sua casa como dissera o profeta Jeú.
Seu reinado vai de 896 à 886 a. C.


I Reis 14:10;15:20-34; 16:1-13; II Crônicas 16:4,5.


4. Elá: Filho de Baasa, rei de Israel. Sucede seu pai no trono, mas reina sobre Israel apenas por dois anos.


Assim como fizera seu pai Baasa com a casa de Jeroboão, foi também Elá morto por seu servo Zinri e, com ele toda a sua família extinta de Israel como o profeta Jeú tinha falado a Baasa. Em lugar de Elá, reina o comandante dos carros de Israel, Zinri.


Seu reinado vai de 886 à 885 a. C.


I Reis 16:6-14.


5. Zinri: Comandante de Elá, Rei de Israel. Zinri assassinou o rei e toda a sua casa e tomou o trono de Israel, porém não reinou mais que sete dias, pois o povo de Israel ao saber dos feito de Zinri, proclama o general do exército, Onri como seu rei.
Marchou Onri imediatamente contra a capital Tirza, Zinri refugia-se na parte interior do palácio, pôs-lhe fogo, e morreu ali mesmo. Também não buscou o Senhor assim como Jeroboão. E em seu lugar reinou Onri.


Reinou em 8865 a. C.


I Reis 16:8-20.


6. Onri e Tibni: Onri era General do exército de Israel, foi proclamado rei após sete dias da morte do rei Elá, reinando no lugar de Zinri que havia traído o rei e assassinado-o e usurpado o trono. Reinou doze anos sobre Israel e fez tudo o que era mal aos olhos do Senhor, levando Israel a toda idolatria e não andou nos conselhos do Senhor.
Apesar de aclamado Rei, não teve unanimidade e Tibni, filho de Ginate, é também aclamado como rei por uma parte do povo, havendo guerra civil em Israel, mas esta acaba com a vitória de Onri e Tibni morto.
Onri compra o monte de Samaria que fica em Semer, e ali edifica a cidade de Samaria transferindo a capital do reino para lá, permanecendo portanto apenas seis anos do seu governo em Tirza que era a capital de Israel.
Também o rei Onzi faz alianças com os fenícios, casando seu filho, Acabe com Jezabel, filha de Etbaal, rei de Sídon, deste modo os males provenientes do culto a Baal foram introduzidos no reino de Israel, pelo o que o Senhor fala por intermédio do profeta Miquéias que faria de Israel uma desolação. Além disso, durante o reinado de Onri, permaneceu Betel como capital religiosa do país, continuando ali o culto do bezerro, introduzido por Jeroboão.
O profeta Miquéias, denunciou a política e a religião de Onri.
Morreu Onzi. É sepultado em Samaria e Acabe, seu filho, reinou em seu lugar.


Seu reinado vai de 886 à 874 a. C.


I Reis 16:15-28; 20:34; Miquéias 6:16.


7. Acabe: Filho de Onri, rei de Israel. Sucedeu seu pai no trono e reinou vinte e dois anos sobre Israel.
Fez tudo o que era mal aos olhos de Deus pior ainda que seu pai. Pois se Casa com Jezabel, filha de Etbaal, rei de Tiro, que era adorador do deus Baal.
O reinado de Acabe tem grande participação do profeta Elias, que se opôs fortemente a Jezabel, quando esta introduziu em Israel o culto a Baal e Astarote.
A rainha Jezabel não somente levou o seu marido para a idolatria, mas também o fez viver uma vida de maldades e atrocidades, já que não bastava renegar a Palavra do Senhor, mas também matava seus profetas. A ira do Senhor esteve sobre Israel e durante bom tempo não choveu de maneira que houve grande fome como profetizou Elias. Contudo, Elias orou a Deus que ouviu seu clamor. Por esse tempo Ben-Hadade, rei da Síria, levanta-se contra Israel e por duas vezes Israel sai vitorioso.
Porém a ambição de Acabe não teve limites e, Jezabel, instiga Acabe a cometer um grande crime contra Nabote, tudo porque ele desejava a vinha ao lado do palácio e que pertencia a Nabote que se recusou a vender o terreno, baseando-se na lei de Moisés, segundo a qual a vinha era a "herança de seus pais". Pela sua declaração foi acusado de blasfêmia, sendo ele e seus filhos mortos apedrejados. Elias então diz ao Rei que por causa desse ato viria à destruição sobre sua casa. Porém, Acabe se humilha ao Senhor, que responde através do profeta Elias que retardaria este mal, e não traria nos seus dias mas sobre seus filhos.
Por três anos houve paz em Israel, até que Acabe faz aliança com Josafá para pelejarem contra Ramote-Gileade, mas Josafá consulta a Deus através do profeta Micaías, que profetiza vitória de Josafá e derrota de Acabe, este se indignando, manda prender o profeta. Deus foi com Josafá e este teve a vitória. Acabe que foi à batalha disfarçado para não ser conhecido pelos flecheiros de Ben-Hadade, mesmo assim, foi morto por certo homem que arremessou a flecha à ventura. O seu corpo foi levado para Samaria, para ser sepultado, e na ocasião em que um servo estava lavando o carro, lambeu os cães o seu sangue.
Seu filho Acazias, sucede-lhe no trono. E sua filha, Atália, casa-se com Jeorão, filho de Josafá, rei de Judá.


Seu reinado vai de 874 à 853 a. C.


I Reis 16:28-34;18:1-46; 20:1-43; 21:1-29; 22:37-40; II Reis 2: 9:26; II Crônicas 18:1-34.


8. Acazias: Filho de Acabe, rei de Israel, e Jezabel, filha de Etbaal, rei de Tiro. Reinou sobre Israel por dois anos e fez o que era mal aos olhos de Deus pois seguia os conselhos de sua mãe Jezabel.


Foi adorador de baal e abominável ao Senhor, levando Israel também a idolatrial.
Em seus feitos não obteve êxito. Pois o rei de Moabe rebelou-se contra Israel. Acazias cai da janela do quarto e adoece não se recuperando mais como profetizou Elias. Porque Deus não permitiu já que ele, mais uma vez, desprezou o Senhor e foi consultar a Baal-Zebube, deus de Ecrom, este seu ato culminou na ira do Senhor contra ele, e com ele morre mais dois pelotões de cinqüenta consumidos pelo fogo de sua ira.
E assim morreu o rei Acazias e em seu lugar reinou seu irmão Jeorão.
Seu reinado vai de 853 à 851 a. C.


I Reis 22:52-54; II Reis 1:1-18.


9. Jeorão ou Jorão: Filho de Acabe, rei de Israel, e Jezabel. E irmão do rei Acazias. Subiu ao trono de Israel e reinou por doze anos.


Fez o que era mal aos olhos do Senhor, porém não como seu pai e seu irmão. Pois tirou de Israel a coluna de Baal construída por seu pai.
Durante seu reinado obteve algumas vitórias aliando-se ao o rei de Judá, Josafá, a quem era com ele, o Senhor.
Assumindo o trono, Jeorão levanta-se contra Moabe para reaver os tributos que os moabitas tinham deixado de pagar, quando se rebelaram contra Acazias. Mas não foi sozinho, antes chamou o rei de Judá e o rei de Edom, o Senhor dá a vitória anunciada ao profeta Eliseu. Depois o rei da Síria, Bem-Hadade, faz guerra contra Israel, mas Jeorão é avisado pelo profeta Eliseu das investidas dos sírios que não obtém êxito e desistem.
Contudo, não demora muito e volta a guerrear contra Israel e, dessa vez, sitia Samaria fazendo com que haja grande fome na cidade. Porém o Senhor dispersou os sírios do seu arraial largando tudo o quanto tinha e o povo de samaria pode matar a fome como dissera por meio do profeta Eliseu.
Morto Bem-Hadade e em seu lugar reinando Hazael, Jeorão levanta-se contra Hazael que o fere em Ramá. Enquanto Jeorão se recuperava de seus ferimentos, o Senhor manda que o profeta Eliseu faça Jeú, filho de Josué, filho de Ninsi, e que era servo de Jeorão, rei sobre Israel. Foi Jeú e matou Jeorão, rei de Israel e toda a sua casa e reinou no lugar de Jeorão.

Seu reinado vai de 851 à 839 a. C.


II Reis 3:1-27; 8:16-29; 9.14-25


10. Jeú: Filho de Josafá, filho de Ninsi e capitão da guarda que estava em cerco a Ramote-Gileade. Sucedeu o Rei Jeorão e reinou sobre Israel por vinte e oito anos, foi ele ungido por Eliseu para assumir o trono de Israel como ordenara o Senhor.
Procurou fazer o que era reto aos olhos do Senhor, ainda que não inteiramente. Após assassinar o rei Jeorão e toda a sua casa, eliminou de Israel todos os adoradores de Baal, destruiu seus post-idólos e o culto a Baal, porém deixou os bezerros de ouro que estavam em Betel e em Dã construídos por Jeroboão.
Contudo, Jeú foi um rei que usou de crueldade para com o povo, ainda que, com a finalidade de eliminar a idolatria de Israel.
No fim do seu reinado, Hazael, rei da Síria sobe contra Israel e conquista toda a terra desde o Jordão ao nascente de Gileade, os gaditas, os rubenitas e os manassitas.
Morreu o rei Jeú. É sepultado em Samaria. Seu filho Jeoacaz reinou em seu lugar.
Seu reinado vai de 839 à 811 a. C.


I Reis 12:28,29; 19:16; II Reis 9:1-37;10:1-36.

11. Jeoacaz: Filho de Jeú, rei de Israel. Sucedeu seu pai no trono de Israel e reinou por dezessete anos.


Fez o que era mal aos olhos do Senhor, pois não se apartou da idolatria que Jeroboão I levou Israel a praticar. A ira do Senhor caiu sobre Jeoacaz que viu Israel ser conquistado por Hazael, rei da Síria e também nas mãos do seu sucessor, Bem-Hadade. Porém, Jeoacaz suplica misericórdia ao Senhor que os ouve e liberta das mãos dos seus opressores e puderam voltar para suas casas.
Morreu Jeoacaz, rei de Israel, e foi sepultado em Samaria com seus pais. Em seu lugar, reinou seu filho Jeoás.


Seu reinado foi de 814 à 798 a. C.


II Reis 10:35;13:1-9


12. Jeoás ou Joás: Filho de Jeoacaz, rei de Israel. Sucedeu seu pai e reinou dezesseis anos sobre Israel.
Fez o que era mal aos olhos do Senhor igualmente fizera seu pai. Contudo obtém êxito em alguns dos seus feitos:
Amazias, rei de Judá desafia Jeoás para a luta, este aceita e vence Judá, leva preso Amazias que é conduzido às portas de Jerusalém, as quais caem sem resistência e é saqueada por Jeoás.
Porém, Israel foi oprimida por Hazael, rei da Síria, por muito tempo até que, Jeoás visita o profeta Eliseu que lhe promete alcançar três vitórias na luta com seus inimigos. E assim aconteceu, por três vezes derrotou Hadade, rei da Síria, reconquistando algumas cidades que os sírios tinham tomado.
Morre Jeoás e é sepultado em Samaria juntamente com seus pais. Em seu lugar reina seu seu filho Jeroboão.


Seu reinado vai de 798 à 782 a. C

II Reis 13:9-25;14:8-16; 2 Cr 25:17-24.


13. Jeroboão II: Filho de Jeoás, rei de Israel. Sucedeu seu pai no trono de Israel e reinou por quarenta e um anos.
Fez tudo o que era mal aos olhos de Deus, não observou sua Lei, antes sua vida foi de idolatria como fizera Jeroboão I.
Contudo, foi próspero no seu reinado e seus feitos foram de grande importância, pois foi durante seu reinado que Israel viu a restauração do reino das dez tribos, o qual se levantou da decadência, em que estava, para um grande esplendor. Israel conseguiu se libertar do domínio dos sírios. E de conquista em conquista recuperou todo o domínio de Salomão.
Foi durante o seu reinado que viveram e ensinaram os profetas Amós, Oséias e Jonas.
Morreu Jeroboão II e foi sepultado em Samaria com seus pais. Em seu lugar reinou seu filho Zacarias.


Seu reinado vai de 781 à 753 a. C.


II Reis 14:23-29.


14. Zacarias: Filho de Jeroboão II, rei de Israel. Sucedeu seu pai e reinou apenas seis meses.
Assim como seu pai, fez o que era mal aos olhos de Deus. Seu curto reinado se deve ao fato de ser Zacarias morto por Salum, filho de Jabes e seu servo. E assim termina a dinastia de Jeú, como profetizou Elias que Deus lhe daria o trono de Israel até a quarta geração.
Morre o rei Zacarias e Salum, seu servo, reina em seu lugar.


Reinou em 753 a. C.


II Reis 14:29; 15:8-11.15. Salum: Filho de Jades. Subiu ao trono de Israel após assassinar o rei Zacarias, filho de Jeroboão II. Porém reinou apenas um mês e foi assassinado por Menaém, filho de Gadi. Durante o seu curto reinado, Salum não buscou a Deus, antes continuou nas práticas de Jeroboão I. Morrendo Salum, em seu lugar reinou Menaém, filho de Gadi.
Reinou em 752 a. C


II Reis 15:10-16.


16. Menaém: Filho de Gadi. Subiu ao trono após assassinar o rei Salum, e reinou em Samaria por dez anos.


Fez o que era mal aos olhos do Senhor como fizera Jeroboão I. Foi um rei cruel, e após assassinar o rei Salum, Menaém cometeu muitos atos de terrível crueldade, pois feriu a Tifsa e todos os seus habitantes, e as mulheres grávidas cortou-lhes pelo meio.
Durante seu reinado, o rei da Assíria, Pul, sobe contra ele e sitia as fronteiras de Israel, Menaém, então recolhem de Israel mil talentos de prata e dá a Pul, para unir-se ao rei da Assíria, este se vai deixando Israel em paz.
Morre o rei Menaém e em seu lugar reina seu filho Pecaías.


Seu reinado vai de 752 à 741 a. C.


II Reis 15:17-22.


17. Pecaías: Filho de Menaém, rei de Israel. Sucedeu seu pai no trono e reinou por dois anos em Samaria. Continuou na idolatria de Jeroboão I, e não buscou ao Senhor.
Seu reinado foi breve pois Peca, filho de Remalias, e que era seu capitão no exército, conspirou contra ele e o feriu em Samaria, em sua própria casa, e estavam com Peca Argobe, Arié e cinqüenta homens dos filhos dos gileaditas. Após assassinar o rei, Peca assume o trono de Israel.

Seu reinado vai de 741 à 739 a. C .


II Reis 15:22-26


18. Peca: Filho de Remalias, foi oficial do exército de Israel quando Pecaías era o rei. Subiu ao trono após assassinar o rei Pecaías, e reinou vinte anos em Samaria. Também não se apartou dos pecados que Jeroboão I levou Israel a praticar.


Nos seus feios estão a tentativa de investida contra Judá, porém o Senhor despertou o rei da Assíria que sobe novamente contra Israel e, chegando a Tiglate-Pileser, sitiou também Ijom, Abel-Bete-Maaca, Janoa, Quedes, Hazor, Gileade, Galiléia, e toda a terra de Naftali, e os levou para a Assíria. Com estes acontecimentos, Oséias, filho de Elá, rebelou-se contra o rei Peca e o matou, e passou a reinar em seu lugar.


Seu reinado vai de 739 à 731 a. C.

II Reis 1525-31; Isaías 7:1-9;8:1-7.


19. Oséias: Filho de Elá. Subiu ao trono após assassinar o rei Peca e reinou em Samaria por nove anos.


Fez o que era mal aos olhos do Senhor, porém não tanto como os reis de antes.
Contudo, Israel é tomado pela ira do Senhor. E durante seu reinado o rei da Assíria, Salmaneser, consegue tomar Samaria, que passa a pagar tributos ao rei da Assíria. Como Salmaneser descobre que Oséias está tentando aliar-se com o rei do Egito para tentar libertar Israel do domínio assírio e também já não paga os tributos como antes, o Rei da Assíria decide levar preso Oséias, e levar cativo para Assíria todo o povo, fazendo Israel habitar em Hala e em Habor, junto ao rio Gozã, e nas cidades dos medos.
E assim termina a História dos reis de Israel quando este decide se separar da casa de Davi e andar longe dos caminhos do Senhor. Passando Israel a viver em cativeiro na Babilônia por muito tempo.


Seu reinado vai de 731 à 722 a. C.


II Reis 15:30; 17:1-23.CONCLUSÃO:


A história do povo de Israel começa quando Deus cria o ser humano e dá-lhe o domínio do que estar sobre a terra. Nesse instante nasce um povo de Deus feito a sua imagem e semelhança, não por necessidade mais por amor.


Como um Pai, instrui e cuida com zelo, mas o homem não se dá por satisfeito e se rebela contra o seu Deus. Surge, então, uma humanidade rebelde. Ainda assim, o amor de Deus não se aparta dele que, mais uma vez, age com grande misericórdia e os separa para ser os seus adoradores.
Outra vez prepara, instrui, liberta, cuida, coloca num lugar separado e se faz Rei sobre eles, exigindo tão somente que O adorem de todo coração. Mas uma vez o homem não se dá por satisfeito e rebela-se contra o seu Senhor, ainda assim, Deus não o abandona e satisfaz o desejo de seu povo.

Contudo, Deus é justo e seu povo sofre as conseqüências dos seus atos. Sua rebeldia, sua ingratidão, sua alto-suficiência levam a destruição. E um povo que foi criado pra ser um só, encontra-se agora divididos em dois povos: Judá e Israel; dois reinos: Sul e Norte; e um só sangue: de Abraão. Ainda assim, não se volta para seu Deus, antes se afasta cada vez mais. Mas esse Senhor e Rei não os abandonará e, novamente, leva-os para, de onde um dia, chamou-lhes – da escravidão, para que reconheçam que o Senhor é o único Deus.


Tudo isto aconteceu para que o homem soubesse que nada do que Ele falou pode ser mudado, e sua ira não se retirará de sobre os que se afastam de sua vontade.
Ele separou um povo e disse nunca lhe faltar um sucessor, sua Palavra foi cumprida. Porém, para que nunca faltasse rei no seu trono, envia-nos o Seu próprio Filho para reinar sobre os seus adoradores. Não por sangue como antes, mas pelo sangue deste Rei derramado em obediência a Deus.

BIBLIOGRAFIA:
A BÍBLIA SAGRADA - Revista e Atualizada
NOVO DICIONÁRIO DA BÍBLIA – 4. ed. S. Paulo : Vida Nova, 1981.
SCHULTZ, Samuel J. A História de Israel no Antigo Testamento. 1. ed. S.Paulo: Vida Nova, 2000.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

O ex-governador de Minas Gerais e candidato ao Senado Aécio Neves


O ex-governador de Minas Gerais e candidato ao Senado Aécio Neves afirmou neste domingo (27) que o governismo no país deve respeitar as candidaturas de oposição.
O tucano comentava declaração feita no dia anterior pelo vice-presidente da República, José Alencar (PRB), que afirmou estar com “pena” dos adversários em razão da crise aberta na candidatura de José Serra (PSDB) ao Planalto em torno da indicação do vice da chapa.
“Tenho enorme respeito pelo vice-presidente José Alencar e até pelos nossos adversários. É preciso ter respeito também pelas candidaturas da oposição. Uma eleição é sempre muito dura, seja nacional ou estadual”, disse Aécio, durante convenção do PSDB mineiro em Belo Horizonte.
Aécio afirmou ainda que “uma eleição ainda tão incerta como essa [presidencial] deveria pelo menos sugerir um pouco mais de cautela”. “Vamos disputar de forma altiva essa eleição e tenho ainda muita confiança de que o governador José Serra possa ser vitorioso”, disse.
O partido em Minas homologou a chapa encabeçada pelo governador Antonio Anastasia (PSDB), que disputa a reeleição, o ex-governador Aécio Neves e o ex-presidente Itamar Franco (PPS) para o Senado.
Em entrevistas e em discurso na convenção, Aécio procurou caracterizar a candidatura do principal adversário, o senador Hélio Costa (PMDB), como fruto de interesses alheios ao estado - referência à atuação do PT nacional pela aliança com Costa e a consequente retirada de candidatura própria em Minas.


“Essas alianças feitas à força, por imposição, acabam tendo dificuldade muito grande de se traduzir em votos nas bases”, disse o ex-governador.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Religiosidade



A humanidade sofre com o desconhecimento das causas dos seus problemas. Este sofrer lhe remete a uma busca desesperada por soluções, por mitos e ou santos que lhe propiciem curas milagrosas, bem como soluções inesperadas para problemas previsíveis, indivíduos são atraídos para uma teologia rasa e sem precedentes que tange no imediatismo sem profusão pela busca do relacionamento com Deus e sua causas. Surge neste momento a Religião.
Em seu livro Felicidade Conjugal Tolstoi escreveu:

"O homem pode ignorar que tem uma religião, como pode também ignorar que tem um coração; mas sem religião e sem coração, não pode viver." (Leon Tolstoi)



O que é Religião e o que chamamos de religiosidade?
A Religião é um processo relacional desenvolvido entre o Homem e os poderes por ele considerados sobre humanos, no qual se estabelece uma dependência ou uma relação de dependência. Essa relação se expressa através de emoções como confiança e medo, através de conceito como moral e ética, e finalmente através de ações (cultos ou atividades pré-estabelecidas, ritos ou reuniões solenes e festividades).
A Religião é a expressão de que a consciência humana registra a sua relação com o inefável, demonstrando as suas convicções nos poderes que lhes são transcendentes, esta transcendência é tão forte, que povoa a cultura humana.
Alguns teólogos defendem a idéia de que: “A Existência de Deus é uma necessidade”, no entanto o correto é que esta existência, de fato é “A Necessidade”, porque nenhuma outra por mais sublime que a seja, equipara-se com a existência da “Vida de todas as vidas”.
Compreende-se que através da aceitação de Deus, o ser humano consegue atribuir sentido metafísico às coisas. Sentido este que exorta a extrapolação do sensorial, fora disto, tudo é vazio e não há compreensão que abarque a “inexistência como existente” e o acaso como responsável por todas as coisas.
Haveremos, porém, de considerar que as coisas metafísicas no sentido adotado exigem uma percepção metafísica. Exigem por si só, funções mentais não cognitivas que possibilitem ao Homem abstrair do mundo como ele está. Muitas vezes a percepção advinda destas faculdades, levam as percepções que fogem ao senso comum ou a percepção das massas. Diante deste paradoxo, o Homem que vivencia o Processo Religare (Religião do grego religare é o processo de interligação do ser humano a dinâmica de desenvolvimento da consciência superlativa, em direção a Deus) é comumente chamado de louco, como se os outros que não enxergam o que ele vê não o fossem, em verdade.
Alguns Homens se consideram capazes de estabelecer uma espécie de intermédio nesta dinâmica, no entanto, estes Homens desconhecem que todo criador deixa grafada em sua obra, uma assinatura que o diferencia dos outros. Quero dizer com isto, que a relação de Deus com a criatura, deixa uma relação implícita ao ser humano. E é esta relação, que é verdadeiramente, a religião, conhecemos isso como intimidade com Deus, ou ao contrário fanatismo religioso o que não implica em sabe que é algo ligado ao convívio sobrenatural do ser.
Então o que se vê institucionalizado em: Templos, Congregações, Núcleos, Igrejas e Centros não são a Religião porque esta é um processo pessoal, mas um Sistema Religioso. A palavra Religião aqui citada é uma referência à expressão: Processo Religare, que enfatizo ser a dinâmica de ampliação dos níveis de consciência para percepção da Divindade.
Um sistema religioso é caracterizado por elementos que expressem Religião, mesmo que este não seja o seu objetivo. Todo e qualquer sistema filosófico e científico que contenha elementos de Religião, é um sistema religioso. Observamos diante disto que muitas coisas podem ser elementos de Religião. Os livros sagrados, os marcos históricos, os personagens históricos, alguns objetos (santo Graal, lança sagrada, cruzes,...), são todos eles fonte de Religião, mas podem gerar ou não religiosidade.
A religiosidade é uma qualidade do indivíduo que é caracterizada pela disposição ou tendência do mesmo, para perseguir a sua própria Religião ou a integrar-se às coisas sagradas. Precisamos diferir o ser possuidor de religiosidade, do religioso, que é fruto do sistema religioso.
O religioso é um fanático, que não compreende e não respeita o Processo Religare do próximo. Ele se torna intolerante e não aceita as práticas religiosas de outros indivíduos, considerando o seu caminho único e inquestionável. Acontece, com isto, que alguns sistemas religiosos podem gerar indivíduos de religiosidade, mas como os religiosos se apegam ao poder e as fórmulas, tendem a manipular as mentes atormentadas e sofredoras, obrigando aquele que não esteja em sintonia com seus ideais a se tornarem submissos. Daí as crises e a intolerância religiosa. Os religiosos são de fato os grandes causadores de problema, aliados aos seus sistemas religiosos.
Não raro observamos este ou aquele sistema religioso apregoar ser o caminho de transformação da humanidade. Em verdade ele poderá ser "Um caminho" e não "O caminho" por que um sistema expressa as necessidades dos elementos constituintes do seu conjunto. Em decorrência disto não existe o melhor sistema religioso, mas o que mais se adequou ao entendimento e ao despertamento de consciência do indivíduo que o procura. Existem nos sistemas religiosos, alguns elementos de Religião que podem ser autênticos. Estes elementos podem despertar a Religião, mas que com o tempo podem degenerar, porque para compreender o Processo Religare, é necessário transportar a consciência para um patamar mais desenvolvido.
Os estudiosos separam a prática religiosa do sistema religioso. Esta primeira pode inclusive conter dissonâncias críticas da segunda, destoando em idéias e em implementações da proposta dos seus criadores.
Por isto, defendo a posição de que o cristianismo primitivo foi perdido, por que ele foi adulterado pelos Homens, que dão sua própria interpretação daquilo que não compreendem e muito menos vivem talvez falte o “suscitar de um novo tempo”.
Mas, enquanto as palavras e as idéias não são respeitadas e enquanto o ser humano se apega as práticas exteriores e não vivência elas no seu interior, ele será sempre um ser a parte da criação e Deus será o déspota cruel, que manipula o Homem ao seu bel prazer, por um mero equivoco do homem.

Disse que a Religião (do grego religare) é o processo de interligação do ser humano com Deus. Mas afinal de contas, será que o Homem está separado de Deus? Então qual o real significado do Processo Religare ou Religião?
Desde o término do século XIX, muitos estudos científicos ficaram voltados ao entendimento da chamada consciência. É bem verdade que a grande maioria deles, complicou muito mais o entendimento do que outra coisa. Quando exortamos a expressão consciência, queremos nos referir a capacidade do ser humano relacionar-se com o mundo exterior, de forma: equilibrada, harmônica e plena. Então, toda relação consciente propicia ao indivíduo:
· O desapego de si mesmo e do outro,
· A compreensão do contexto o qual experimenta,
· A acessibilidade dos registros mentais, concernente à diversidade de experimentações nos planos do existir do Homem (Espírito, Alma e Corpo Físico ou se preferir, Corpo e Alma);
· A integração e o desenvolvimento com as faculdades do ser.
Esta consciência é então, fruto da relação do ser consigo mesmo, com o seu próximo e com Deus. É bem verdade que o influxo cósmico de Deus, exerce uma dinâmica “inconsciente”, isto é, a relação de Deus com o Homem, é imanente a natureza humana, enquanto as relações: consigo mesmo e com o próximo, são aprimoradas no próprio viver. Podemos concluir que é mais natural relacionarmo-nos com Deus, do que conosco ou com o próximo, por que somos naturalmente divinos e não naturalmente humanos. A questão é: até identificarmos isto, nos portamos mais como animais do que seres humanos.
O estado de humanidade é uma qualidade adquirida pela alma, pelo somatório das suas faculdades físicas, psíquicas, morais e espirituais.

Podemos dizer que a grande maioria dos indivíduos são potencialmente humanos, porque estão munidos das qualidades necessárias para tal, mas não a usam.

Marina ainda terá 88 dias de licença para se afastar do Senado.


A pré-candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, vai entregar nesta terça-feira (22) um novo pedido de licença à Mesa Diretora do Senado. Marina deve ficar afastada da Casa até o dia 1º de julho, quando já pretende ter registrado sua candidatura à Presidência junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para o registro das candidaturas encerra no dia 5 de julho.

Essa será a segunda licença de Marina desde que foi anunciada como pré-candidata do PV à Presidência. No dia 29 de abril, Marina entregou o primeiro pedido. A senadora pretendia ficar fora do Senado até o dia 17 de junho, mas admitiu a possibilidade de retornar à Casa dependendo da importância das votações. Mariana acabou voltando às atividades no dia 20 de maio, para participar da aprovação do projeto ficha limpa pelo Senado.
Desta vez, Marina pretende ficar fora da Casa por apenas 10 dias. Por ano, a Mesa Diretora do Senado permite uma licença de 120 dias a cada um dos senadores. O período pode ser dividido, dependendo das necessidades de cada parlamentar. Diante da regra, Marina ainda terá 88 dias de licença para se afastar do Senado durante o período da campanha eleitoral.
Durante o período da ausência, Marina não receberá salário, nem será necessário que seu suplente assuma o mandato. Nesta terça-feira, quando sua equipe legislativa entregar o pedido de licença à Mesa Diretora, Marina estará cumprindo agenda da pré-campanha no Rio de Janeiro.

Motivação




Quando se fala de motivação, criatividade e determinação, Lars Schmidt Grael é o perfeito exemplo. O velejador brasileiro como atleta, é titular de duas medalhas de bronze, uma nos Jogos Olímpicos de Seul e outro em Atlanta, foi campeão mundial da classe Snipe em 1983 na cidade do Porto, decacampeão brasileiro e pentacampeão sul-americano da classe Tornado.
Em setembro de 1998, Grael sofreu um grave acidente em Vitória, causado pela imperícia e irresponsabilidade do comandante de um iate, o que causou a mutilação de uma das pernas do atleta. O velejador teve que se afastar da prática esportiva por algum tempo, dedicando-se, todavia, ao fomento do desporto a partir de uma outra perspectiva: a política, exercendo cargos nos governos federal e de seu estado natal.
Em 1998 foi convidado pelo então presidente da República Fernando Henrique Cardoso a ocupar cargo no então Ministério do Esporte e Turismo, onde foi Secretário Nacional de Esportes. Com a vitória de Geraldo Alckmin para Governador do Estado de São Paulo, foi convidado a assumir a Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer, cargo que ocupou até março de 2006.
Atualmente, Lars Grael voltou a dedica-se exclusivamente à vela. Voltou a velejar na classe Star com o proeiro Marcelo Jordão, classificando-se em terceiro lugar no campeonato brasileiro de 2006. Comandou também o barco Agripina/Asa Aluminio, campeão do Campeonato Brasileiro da Classe Oceano 2006 e continua ativo na vela. A frase abaixo representa o esforço até aqui de sermos uma nova corrente de formadores de opnião veja:

“Não existe oceano maior que a determinação humana”
Lars Grael


O alcance de nossas influências é magnífico, determina a sociedade do amanhã por anos boa parte dos cristãos de modo geral esqueceram suas responsabilidades e deveres para com o planeta, nunca se falou tanto sobre respeito ao meio ambiente, e ainda assim não percebo nenhuma fala por parte dos que deveriam fazer este papel de conscientização da preservação ambiental, por quê? Obvio não é do interesse.

Com isso perde-se em conceitos de avanços tecnológicos, atualizações e a grande capacidade de geração de recursos, faz que cada vez mais precisem de ações cooperativas e integradas onde possam desenvolver processos que tem por objetivo a Gestão Ambiental e a Responsabilidade Social.
As igrejas socialmente responsáveis, devem ter uma postura ética onde o respeito da comunidade passa a ser um grande diferencial.
O reconhecimento destes fatores pelos que estão observando. A responsabilidade eclesial frente ao meio ambiente é centrada na analise de como as pessoas interagem com o meio em que habitam e praticam suas atividades, dessa forma, uma igreja que possua um modelo de Gestão Ambiental já está correlacionada à responsabilidade social. Assim, a Gestão Ambiental e a Responsabilidade Social são atualmente condicionadas pela pressão de regulamentações e pela busca de melhor reputação perante a sociedade.
A sociedade atual está reconhecendo a responsabilidade ambiental e social como valor permanente, consideradas fatores de avaliação e indicadores de preferência. Os investimentos destinados a Gestão Ambiental e a consciência da Responsabilidade Social pelas igrejas são aspectos que fortalecem a imagem positiva das organizações diante de todos mebros da nova sociedade que esta cada vez mais consciente.
No mundo globalizado em que vivemos, a relação entre as igrejas e a sociedade exige uma relação de troca, onde ambas possam interagir entre diversos aspectos organizacionais e sócio-econômicos é uma realidade e deve pautar-se pelo comprometimento dos novos formadores de opinião destas instituições.
A sociedade exige um envolvimento genuino e infelizmente a igreja de maneira equivocada expressa sua definição de ligação ao sagrado futuristico, e que por vezes é visto como algo utópico pois não esta ligado a prática e sim ao indefinível algo que a tragam a realidade para dentro de suas igrejas.


Por Marcelo Marques

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Igrejas e mais igrejas

Extremos de ditadura até mesmo no relacionamento conjugal não são raras aberrações de algumas denominações, algo como a determinação em que dia deve os casais ter relações sexuais é apenas uma entre tantas arbitrariedades do meio.
Uma bola de neve que leva ao desencadeamento de muitos dos possíveis mebros. Desvirtuam os conceitos básicos da formação de indivíduos e traz à realidade um misto como o de pessoas como Jose Maetsuka.
Este descendente de Japonês que nasceu em Araçatuba-SP, e foi para Utsunomia-Shi em Tochige-Ken, no ano de 1996 filhos de Japoneses de Hokaido-Ken na cidade de Sapoho-Shi, onde dizem ter a maior cervejaria do Japão. Zé Japonês como é carinhosamente chamado pelos amigos, nesta cidade praticou o Catolicismo Apostólico Romano, tendo freqüentes visitas das Testemunhas de Jeová, ouvindo as pregações na TV dos Universais do Reino de Deus e recebendo aconselhamentos dos irmãos da Igreja Evangelho Quadrangular.
No Dante, que é um conjunto habitacional dado pelo governo para a morada dos estrangeiros e japoneses que segundo ele era dividido de um lado Japonês, do outro Filipinos, Argentinos, Bolivianos, Mexicanos, Venezuelanos e é claro Brasileiros, era nítida a multiplicidade de pensamentos ligados aos conceitos de fé.
Utsunomia-Shi fica a três estações de Tóquio leva-se 35 minutos no trem bala, cercada por estes conjuntos habitacionais e influenciada pelo rítimo de uma cidade industrial que tem um número baixo de pessoas nas residências durante a semana e que nos domingos os evangélicos aproveitam para fazer o seu evangelismo.

Maetsuka é o exemplo vivo do que há de fração de denominações religiosas espalhadas pelo Brasil e pelo Mundo, envolvido nesta diversidade religiosa, Maetsuka têm um misto de práticas e de crenças, é possível vê-lo com um amuleto no retrovisor interno do seu carro, indo as reuniões de domingo a noite em sua Igreja Metodista, e acompanhando as atividades das crendices orientais.
Sem conceitos básicos, o vendo poderíamos defini-lo como aquele que do seu jeito aprendeu a respeitar e admirar a todos sem ter que resguardar a nada.
E quem somos, ou melhor, o que estamos fazendo para que isto mude, poderíamos dizer que, é por que ele não conheceu a verdade, pois se assim fosse à verdade o havia libertado, porém o que implica em Jose Maetsuka é a influência dos entre aspas cristãos.



Isto seria pouco, não fosse o degladiar dos líderes destas e de outras denominações, impondo seus “dogmas” querem que todos se sintam fartos pela mais variada atuação nos púlpitos de suas igrejas.
Tenho ouvido muito a afirmação de que: ainda não estou na igreja certa, isto me leva a ver duas vertentes distintas, primeira, esta pessoa esta errada e quem deve mudar é ela, passando a compreender os aspectos que a distanciam do propósito sincero de Deus ou de fato há muitas igrejas erradas o que acredito ser a melhor opção, e não me pergunte: qual esta certa? Pois esta é uma pergunta de várias respostas, dada à complexidade da sua elaboração, daria para escrever muitos livros.
Mas o que é irônico é como as pessoas gostam desta subdivisão, isto é tema das capas de revistas, é tema de debates de programas televisivos e permeia a sociedade como um todo.

“Quanto menos comes bebem, compras livros e vais ao teatro, pensas, amas, teorizas, cantas, sofres, praticas esporte, etc., mais economizas e mais cresce o teu capital. És menos, mas tens mais. Assim todas as paixões e atividades são tragadas pela cobiça.” Karl Marx

O Deus que não dá brinquedos


Tanto para a boa quanto para a má formação do pensamento, há momentos que são cruciais, e diferenciam no processo de soma daquilo que defina nossas vontades.
Em minha infância me recordo de meu pai, que faleceu no ano de 1986, eu aos 6 anos de idade, consegui acumular informações sobre a pessoa austera que foi papai. Minha mente registra aspéctos superficiais daquele que de fato o conheço não por aquilo que detudo me lembro, antes por aquilo que as pessoas dizem a seu respeito.
Comparando é mesmo que ocorre com quem não teve nenhuma experiência com Cristo, epor assim ser nunca se arregimentará para viver suas própias convicções, antes, terão o dissabor de viver segundo as experiências de terceiros. São imitadores e não calculam o que estão perdendo, pois assitem a arquitetos testemunhos televisivos, enquanto poderia sentir a plenitude de Deus em mesmas.
Em meados da década de 80, em uma tarde gostosa de domingo no interior de Goiás típica tarde desertíca nas ruas de uma cidadezinha onde o que de fato esperávamos era começar o telejornal para que, lá se fosse mais um final de semana, mamãe e eu aguardavamos para que só então fossemos dormir.
Mara minha irmã tinha 9 meses de vida e incrivelmente dormia por horas seguidas descansando nos braços de nossa mãe, era tudo muito simples, e me admiro como recordo de muitos detalhes, a viela onde morávamos chamava-se: Tira Dentes, em homenagem ao ativista político que representa a inonfidência mineira, brincávamos enquanto havia folego, ali tinhamos a possibilidade de vivênciar nossas primeiras espectativas e formava-se ali nossas extruturas do pensamento.
A maneira como era forjado o comportamento durante as brincadeiras, a maneira como lidávamos com as nossas frustações, o interesse pelo primeiro processo de trabalho em grupo, era solo para o plantio do aprendizado.
Matizes de cores, de cheiros, de tatos me recordo da primeira vez que minha vó Divina (Vó Zica) como todos a chamavam nos deixouentrar em sua horta, tinha pés de couve, alfaces, repolhos que creciam à pouca sombra de um coqueiro. Nas manhãs antes de sair a escola gostava de me dirigir até ali para ver as borboletas, eram lindas, descançavam sob as plantas, haviam abelhas que o zumbido uniforme vinha de uma Dama da noite bela e arbustiva com um aroma inebriante de suas flores, ela tinha mais ou menos 2 metros de altura, tinha folhas perenes, ovais e brilhantes e naquela primavera estava carregada de numerosas flores tubulares, de coloração creme-esverdeada, que exalavam um intenso perfume, principalmente à noite mas que pela manhã ainda era inconfundível.
Em nossa humilde casa, já estava acostumado a ouvir os pedais da bicicleta de meu pai esbarrando no muro feito de taipas, mista com paredes de barro e uma pequena parte feita de lonas plásticas que estendia-se pela lateral e formava o restante da casa. Naquela tarde como já acostumado corri para ver meu pai, um homem que sempre o vi como alguém superior, alto, forte, estável, alguém que sempre foi um referêncial de refúgio. Mas que hoje percebo que não desfrutei como podia deste deste abrigo. É assim na maioria dos casos de pessoas que vivem no saudozismo o que é um grande mal.
Meu pai era a imagem de alguém que era demasiadamente austero, seus grandes braços vestido por uma camisa de seda, que fazia sucesso para aquela época, era como duas pilastras estêndidas ao sabor do movimento em perfeita sintonia com as também longas pernas.
Me acostumei a ver estas pilastras se dirigindo a mim com um pequeno e importantíssimo brinquedinho em mãos, me entregando eu o colocava em uma caixa de papelão junto mais um turbilhão de outros pequenos brinquedos.

Papai obviamente não sabia mais aquilo era o que mais tarde me lançaria em um onda deprimente de fruastação. Aos seis anos ele faleceu, e com ele foi todo o equilíbrio que poderia ter nossa família, minha mãe dona de um problema cardiovascular, foi uma guerreira mas não conseguiu muito para melhorar nossa qualidade de vida, vivíamos com apenas o salário mínimo da aposentadoria pela indenização da morte de meu pai.
Brinquedinhos eu não tive mais, e minha pegunta era sempre a mesma: porque não posso ter mais brinquedos.
Por vezes sei que muitos também fazem a mesma pergunta, frustados pela ausencia do Pai ficam sem brinquedos, mas o que dizer de tantas outras estruturas que nos dão a vida.
Esta presença por diversos fatores pode ser ausente e não olhamos para ver que o Pai esta do nosso lado perto e caminhando junto conosco, sendo o de sempre: O guerreiro, O mestre, O forte, O seguro e perfeito. E ainda não lhe respondi: porque não tenho mais meus “brinquedinhos” , pelo simples e obivio motivo que você cresceu, e sua mãe, a vida, quer lhe apresentar uma outra realidade.
Pergunte-se, e responda, você já não tem muitos brinquedos? sei que assim como eu em minha infância você deve ter inúmeros espalhados pelos carpetes que escodem as bases dos mais importantes pisos da vida, é preciso ver que o mais importante não são os brinquedos e sim o ato de amor.O que falta é a compreensão, Deus não quer lhe dar brinquedinhos e sim experiências.

“Não corrigir nossas faltas é o mesmo que cometer novos erros.”
Kung-Fu-Tse Confúcio

Os humanos têm uma falicidade gigante em consumir, diga-se de passagem que somos todos iguais, alguns em larga e outros em menor escala, sabendo que os ocidentias são os mais gastadores e o Braisl perde apenas para os estados Unidos da América em matéria de produção de lixo, aquilo que é execesso nós não usamos, porém conseguimos fazer com que isso seja um mal para todas as esacalas socias.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Hoje, sexta-feira, 18 de junho, José Saramago faleceu às 12h30 horas [horário local] na sua residência de Lanzarote, aos 87 anos de idade.


A Igreja Católica em Portugal lamentou nesta sexta-feira (18) a morte de José Saramago. O diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura da Conferência Episcopal Portuguesa, Padre José Tolentino, e o porta-voz da conferência, Padre Manuel Morujão, disseram que o país perde um "expoente" e que a igreja perde um crítico com o qual soube dialogar constantemente.


"Seja como for, o diálogo nunca foi cortado e sempre foi possível"


Manuel Morujão.


A relação entre a hierarquia católica e o escritor foi marcada por momentos de debates públicos e declarações polêmicas, motivados pela crítica ferrenha de Saramago à instituição e pela abordagem de temas bíblicos em obras como "O Evangelho Segundo Jesus Cristo", de 1991, e "Caim", de 2009.


As últimas arestas entre católicos e o escritor foram aparadas no lançamento de Caim, obra na qual Saramago faz uma crítica à Bíblia e à visão de Deus expressa no Antigo Testamento. Na época do lançamento, padre Jose Tolentino participou de um debate com o escritor.


Para ele, as declarações críticas de Saramago à Bíblia foram "muito mais radicais que o livro". Em seus comentários sobre o romance, Saramago disse que o Deus da Bíblia era pessoal e vingativo.


"Sem a Bíblia, seríamos outras pessoas, seguramente melhores", afirmou o escritor.


O padre, que é professor de exegêse bíblica, poeta e ensaista, diz que em "O Evangelho Segundo Jeus Cristo" o escritor manteve diálogo maior com os temas religiosos do que na útlima obra. "Ele olha para Jesus, nem tanto como uma chave para o divino, mas como uma chave para o humano. Nesse sentido, para um teólogo, Saramago é um autor incômodo e fascinante", resume. O professor ressaltou ainda que não há nenhum outro escritor que toma a Bíblia de forma tão sistemática.
"Saramago estava apaixonado pelo texto bíblico. Seu estilo tem uma musicalidade bíblica." O padre diz que fez essa afirmação para o escritor durante a conversa e que ele acenou com um sorriso de concordância. “Ele é talvez o mais bíblico dos grandes autores contemporâneos e, ao mesmo tempo, o mais antibíblico”, afirmou.
Sem dúvida, a acusação que Saramago faz ao cristianismo é muito mais ao institucional, ao poder histórico, do que propriamente ao cristianimo messiânico de Jesus de Nazaré"
Padre José Tolentino, diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura da Conferência Episcopal Portuguesa
HierarquiaPara padre José Tolentino, foram mais pesadas as críticas do escritor à hierarquia. "Sem dúvida, a acusação que Saramago faz ao cristianismo é muito mais ao institucional, ao poder histórico do que propriamente ao cristianimo messiânico de Jesus de Nazaré", disse. Entre outras observações mais contundentes, Saramago chegou a chamar o Papa Bento XVI de "cínico" e disse que a "insolência reacionária" da Igreja precisa ser combatida com a "insolência da inteligência viva".
"Do meu ponto de vista, o discurso dele está em uma certa fronteira em relação à intolerância cultural. (...) Tinha dificuldade de dizer as coisas boas (da igreja)", disse padre José Tolentino.Para o porta-voz da conferência, que chegou a afirmar à época que o lançamento de Caim era "operação de publicidade", Saramago errou ao tomar a Bíblia em sentido literal. "“É um escrito datado. A Bíblia foi escrita durante mil anos, não foi escrita há 15 anos. Sem colocar a Bíblia no seu tempo e na sua cultura, é evidente que se interpreta de maneira que não é verdade”, disse padre Manuel Morujão."Naturalmente, o que cada um escreve tem a ver com sua própria vida, sua experiência de Deus, da fé e da igreja. Não foi uma experiência muito positiva e isso vai nos seus livros”, disse o porta-voz.
Padre Manuel Morujão acredita em um desfecho piedoso para a relação de Saramago com a religiosidade. “Penso que Deus, ao encontrá-lo na eternidade, terá havido alguma surpresa: ‘como o senhor tem a coragem de me dar um abraço se o critiquei tanto?’”, imagina o padre, referindo-se a quais seriam as palavras de Saramago. No suposto diálogo, na visão do padre, Deus responderá: “você criticou outro, não o Deus do amor e dar misericórdia.”


VOTO DE PESAR PELA MORTE DE JOSÉ SARAMAGO
O Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura expressa o seu pesar na morte de José Saramago, grande criador da língua portuguesa e expoente da nossa cultura. José Saramago ampliou o inestimável património que a literatura representa, capaz de espelhar profundamente a condição humana nas suas buscas, incertezas e vislumbres.
Como é público, o cristianismo e o texto bíblico interessaram muito ao autor como objecto para a sua livre recriação literária. Há uma exigência e beleza nessa aproximação que gostaríamos de sublinhar. O único lamento é que ela nem sempre fosse levada mais longe, e de forma mais desprendida de balizamentos ideológicos. Mas a vivacidade do debate que a sua importante obra instaura, em nada diminui o dever da cordialidade de um encontro cultural que, acreditamos, só pode ser gerado na abertura e na diferença.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

PEDOFILIA DENUNCIE:


Por telefone: Disque 100 - Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. Discagem gratuita em todo o território nacional.


Polícia: Em caso de flagrante, a polícia deve ser acionada imediatamente.


Conselhos tutelares: Os conselhos tutelares foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos das crianças e dos adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmado o fato, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público.


Varas da Infância e Juventude: Em municípios onde não há conselhos tutelares, as Varas da Infância e Juventude podem receber as denúncias.


Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente. Delegacias da Mulher também podem receber queixas.


Pela Internet:
Centro de Defesa da Criança e do Adolescente www.cedeca.org.br
Campanha Nacional de Combate à Pedofilia na Internet www.censura.com.br
Departamento da Polícia Federal: aceita denúncia clicando em "fale conosco" ou pelo e-mail dcs.dpf.gov.br
Ministério da Justiça: Aceita denúncia pelo e-mail crime.internet@dpf.gov.br ou em "fale conosco" no site www.mj.gov.br
Rede Nacional de Direitos Humanos: www.rndh.gov.br
Agência de Notícias dos Direitos da Infância: www.andi.org.br/denuncie
Kids denúncia: www.portalkids.org.br Fonte: Childhood (Instituto WCF-Brasil)



TERAPIAS/TRATAMENTOS:
Numerosas técnicas voltadas para o tratamento da pedofilia tem sido desenvolvidas. Muitos vêm a pedofilia como altamente resistente contra interferência psicológica, e acreditam que tratamentos e estratégias reparativas são ineficientes. Outros, tais como o Dr. Fred Berlin, acreditam que a pedofilia poderia ser claramente mais bem tratada com êxito se a comunidade médica desse mais atenção ao tema. Porém, a taxa de casos muito bem-sucedidos de tratamento é muito baixa.
Técnicas utilizadas para o tratamento da pedofilia incluem um "sistema de suporte de doze passos", paralelo à terapia de vícios, embora tal sistema é visto por muitos como o meio menos eficiente de tratamento. Medicações antiandrogênicas, tais como o Depo Provera, podem ser utilizadas para diminuírem níveis de testosterona, e são constantemente utilizados, em conjunto com outras medidas.
A terapia cognitivo-comportamental possui mais suporte em geral, onde o pedófilo aprende a associar o "comportamento pedofílico" com diversos atos considerados não-desejáveis. Geralmente, isto é feito dizendo para o pedófilo "fantasiar atividade sexual desviante", e então, uma vez excitado, os pedófilos são ditos para imaginarem as consequências legais e sociais de tais fantasias. Outros programas induzem o pedófilo a associarem comportamento ilegal com dor, através da controversa terapia de aversão, onde choques elétricos são induzidos ao pedófilo enquanto este está fantasiando. Estes últimos métodos são raramente utilizados em pedófilos que não cometeram ainda crimes baseados na pedofilia.
Terapias de controle
Apesar de algumas terapias medicinais para o controle do desejo sexual serem alvo muitas críticas médicas, a castração química judicial é um método de controle que tem mostrado alguns resultados. A parte dos tratamentos impostos por condenação judicial, esses métodos também podem ser voluntariamente utilizados por pessoas que queiram diminuir a sua libido, evitando-se abusos sexuais antes que eles aconteçam. Para o sexo masculino, alguns medicamentos amplamente disponíveis para o câncer de Próstata, além de hormônios femininos, têm eficácia na diminuição da libido masculino. Há de considerar, contudo, que esses métodos induzem a uma feminilização do corpo masculino, podendo ocasionar o crescimento de glândulas mamárias naturais.
Ocorrência
Não se sabe ao certo a ocorrência da pedofilia. Alguns estudos afirmaram que ao menos um quarto de todos os adultos do sexo masculino podem apresentar algum excitamento sexual em relação a crianças. Um estudo realizado por Hall, G. C. N. da Universidade Estadual de Kent, por exemplo, observou que 32,5% de sua amostra (80 homens adultos) exibiram desde algum excitamento sexual até estímulo pedofílico heterossexual, igual ou maior do que o excitamento obtido com estímulos sexuais adultos. Kurt Freund (1972) notou que "homens que não possuem preferências desviantes mostraram reações sexuais positivas em relação a crianças do sexo feminino entre seis e oito anos de idade.
Em 1989, Briere e Runtz[43] conduziram um estudo em 193 estudantes universitários, sobre pedofilia. Da amostra, 21% disseram ter alguma atração sexual para algumas crianças, 9% afirmaram terem fantasias sexuais envolvendo crianças, 5% admitiram masturbarem-se por causa destas fantasias, e 7% concederam alguma probabilidade de realizar ato sexual com uma criança, caso pudessem evitar serem descobertos e punidos por isto. Os autores também notaram que, dado o estigma social existente atrás destas admissões, pode-se hipotetizar que as taxas atuais possam ser ainda maiores.
J. Feierman (1990) estimou que entre 7% a 10% dos homens adultos possuem alguma atração sexual por crianças do sexo masculino.
Em abusadores sexuais de crianças
Uma pessoa que pratica um ato sexual com uma criança é, apesar de todas as definições médicas, comumente assumido e descrito como sendo um pedófilo. Porém, existem outras razões que podem levar ao ato (tais como estresse, problemas no casamento, ou a falta de um parceiro adulto), tal como o estupro de pessoas adultas pode ter razões não-sexuais. Por isto, somente o abuso sexual de crianças pode indicar ou não que um abusador é um pedófilo. A maioria dos abusadores em fato não possuem um interesse sexual voltado primariamente para crianças.
Certos pedófilos mantêm uma relação estável com as suas vitimas, que se justifica normalmente pelo atraso mental que as crianças sofrem. Como está descrito no livro 'Pedófilia Incestuosa' escrito pelos peritos americanos Fredcrich Burnay e Beatrisse Ferreira os pedófilos ao tendo relações com os seus parentes sentem "um nível de poder e subjugação que para eles justifica o acto em si". Estima-se que apenas entre 2% a 10% das pessoas que praticaram atos de natureza sexual em crianças sejam pedófilos, tais pessoas são chamadas de pedófilos estruturados, fixados ou preferenciais. Abusadores que não atendem aos critérios regulares de diagnóstico da pedofilia são chamados de abusadores oportunos, regressivos ou situacionais. Um estudo de Abel, G. G, Mittleman, M. S, e Becker, J. V observou que existem geralmente claras distinções características entre abusadores oportunistas e pedófilos estruturados. Abusadores oportunistas tendem a cometer abuso sexual contra crianças em períodos de estresse, possuem poucas vítimas, geralmente, pertencentes à própria família, possuem menos probabilidade de abusar sexualmente de crianças, e possuem preferência sexual para adultos. Abusadores pedófilos, por outro lado, geralmente começam a cometer atos de natureza sexual a crianças em tenra idade, muitas vezes possuem um grande número de menores que são frequentemente extrafamiliares, cometem mais abusos sexuais com crianças, e possuem valores ou crenças que suportam fortemente um estilo de vida voltado ao abuso. No caso de incesto entre pais e filhos, acredita-se que a maioria dos abusos envolve pais que são abusadores oportunistas, ao invés de pedófilos.
Legislação
A pedofilia era tolerada ou ignorada em muitas legislações dos países, o que foi sendo paulatinamente modificado com a aprovação sucessiva de tratados internacionais, que culminaram com a aprovação, em 1989, pela ONU, da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança que, em seu artigo 19, expressamente obriga aos estados a adoção de medidas que protejam a infância e adolescência do abuso, ameaça ou lesão à sua integridade sexual.
O ato sexual entre adultos e adolescentes (o que não configura a pedofilia), pode não ser considerado um crime, em hipóteses excepcionais que dependem da idade do adolescente, bem como da legislação local sobre a idade de consentimento (nos países que adoptam este conceito), ou como dirimente penal para casos como o estupro. A emancipação de menores é um instituto não reconhecido pela grande maioria das nações, no tocante à vida sexual. A pedofilia é sempre um crime de ação pública: ou seja, sua prática independe da vontade dos pais ou responsáveis pelo menor - alguns deles envolvidos nos casos de rede internacional de pedofilia já desbaratados.
A pornografia infantil também é considerada crime na grande maioria dos países do mundo. Alguns países possuem leis proibindo o uso da Internet para recrutar menores com a intenção de realizar o ato sexual, virtual ou não.
O abuso sexual, no direito internacional moderno, é considerado como mais uma prática do ilícito pedófilo.
Em alguns países, pessoas com história de atividade sexual com crianças podem ser proibidas, através de decisões judiciais ou de legislação existente, de se encontrarem com as mesmas, ou de terem empregos que as aproximem de crianças ou, ainda, de possuirem computadores e/ou telefones celulares, de usarem a Internet, ou mesmo de possuir brinquedos infantis.
Muitas vezes, o criminoso é uma pessoa próxima à criança, que se aproveita da fragilidade da vítima para satisfazer seus desejos sexuais. Em outros casos, razões não-sexuais podem estar envolvidas. Por isto, o abuso sexual de crianças, por si só, não necessariamente indica que o criminoso é um pedófilo. A maioria dos abusadores, de fato, não possui interesse sexual primário por crianças. Estima-se que apenas entre 2% e 10% das pessoas que abusam sexualmente de crianças sejam pedófilas.



PEDOFILIA NO BRASIL:


A lei brasileira não possui o tipo penal "pedofilia". Entretanto, a pedofilia, como contato sexual entre crianças e adultos, se enquadra juridicamente no crime de estupro de vulnerável (art. 217-A do Código Penal) com pena de oito a quinze anos de reclusão e considerados crimes hediondos.
Pornografia infantil é crime no Brasil, passível de pena de prisão de dois a seis anos e multa. Artigo 241, do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90): Apresentar, produzir, vender, fornecer, divulgar ou publicar, por qualquer meio de comunicação, inclusive rede mundial de computadores (internet), fotografias ou imagens com pornografia ou cenas de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente. Em novembro de 2003, a abrangência da lei aumentou, para incluir também a divulgação de links para endereços contendo pornografia infantil como crime de igual gravidade. O Ministério Público do país mantém parceria com a ONG SaferNet que recebe denuncias de crimes contra os Direitos Humanos na Internet e mantém o sítio SaferNet, que visa a denúncia anônima de casos suspeitos de pedofilia virtual.
A partir de 2007 os Conselhos Estaduais da Criança e do Adolescente, com a coordenação nacional da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, lançou uma ampla campanha para coibir a prática de crimes contra menores, através de denúncias anônimas feitas através do telefone 100. Em todo o país este número serve para receber as denúncias de abusos de toda a ordem - e os sexuais são a maioria dos casos.
Em 20 de dezembro de 2007 a Polícia Federal do Brasil, em conjunto com a Interpol, o FBI e outras agências de investigação desvendou o uso da Internet como meio para divulgação de material - para tanto usando da identificação dos IPs anônimos - tendo efetuado três prisões em flagrante e mais de quatrocentas apreensões pelo país - sendo esta a primeira operação onde foi possível identificar usuários da rede mundial de computadores para a prática pedófila no Brasil

PROIBIDO PARA LEITORES IMATUROS


Olá amigos, leitores, seguidores do blog, pastores e amantes da boa leitura, quero hoje falar que parei de ler, sim, isso mesmo, só que parei de lêr por um tempo os escritos atuias tenho lido muito, mas tudo que tenha sido escrito a pelo menos 50 anos atráz. Por que achei melhor desta forma? pelo simples fato de afirmar que hoje esta tudo inferior ao passado no que diz respeito aos romances, erudições, poesias, política social, sociologia, psicologia e principalmente a teologia, esta ultima pelo motivo que este homens que sobre ela escreveram no passado, viviam o que escreviam ao contrário destes de hoje.
Mas, é como disse é provisório pois sei que nem tudo esta perdido logo irei lêr o que têm escrito o Pastor, Professor e Teólogo S. S. Marques (um dos poucos que têm escrito o que têm vivido).
Abaixo segue minha recomendação do heroi literário de Eugene Peterson e Philip Yancey. Comento ainda um pouco do que li e reescrevo sobre a sua biógrafia encontrada no livro Alma Sobrevivente, escrito por Yancey.
(na imagem, Leon esta usando as botas que ele mesmo fabricava).
Assim espero que façam bom uso da recomendação, segue:
Liev Tolstói, atualmente conhecido por todos os amantes da boa leitura como Léon Tolstói ou Leão Tolstoi ou Leo Tolstoy, Lev Nikoláievich Tolstói.
-(Yasnaya Polyana, 9 de setembro de 1828Astapovo, 20 de novembro de 1910).
É considerado um dos maiores escritores da literatura estrangeira de todos os tempos.
Além de sua fama como escritor, Tolstoi ficou famoso por tornar-se, na velhice, um pacifista, cujos textos e ideias batiam de frente com as igrejas e governos, pregando uma vida simples e em proximidade à natureza.
Junto a Fiódor Dostoiévski, que afirmo é quem me convenceu que eu não conhecia nada sobre literatura sapiencial, Tolstói foi um dos grandes da literatura russa do século XIX. Neste momento estou no término de uma história facinante sobre paradgmas conjugais, seu livro Felicidade Conjugal tráz todas as noites o frescor e a beleza russa dos seus escritos, vale a pena ver do que eu estou falando. Só que afirmo não é para qualquer um, têm que ter maturidade literária se não: "será perólas aos porcos".

Tolstoi é incrível ao escrever no uso de uma mulher como sendo o própio escritor.O romance que fala do bem e do mal, não é pra qualquer um, é leitura para quem têm habito de ler, pois para perceber narrativas teológicas em seu livro é preciso ter atenção.
Leon morreu aos 82 anos, de pneumonia, durante uma fuga de sua casa, buscando viver uma vida simples.

*Infância e juventude
Com a morte prematura dos pais, foi educado por preceptores. Em 1851, na juventude, o sentimento de vazio existencial levou-o a alistar-se no exército da Rússia. Tal experiência colaboraria para que, mais tarde, se tornasse pacifista.
Durante esta época de sua juventude, Tolstoi bebia muito, perdia muito dinheiro no jogo e dedicava muitas noites para ter encontros com prostitutas. Mais tarde, o velho escritor repudiaria esta fase de sua vida.

*Vida adulta
No final da década de 1850, preocupado com a precariedade da educação no meio rural, Tolstoi criou em Iasnaia Poliana uma escola, para filhos de camponeses. O escritor mesmo escreveu grande parte do material didático e, ao contrário da pedagogia da época, deixava os alunos livres, sem excessivas regras e sem punições.
Em 1862, casou-se com Sônia Andreievna Bers, com quem teve 13 filhos. Durante 15 anos, dedicou-se intensamente à vida familiar. Porém, o casamento com Sônia seria repleto de distúrbios e brigas. Foi nessa época que Tolstoi produziu os romances que o celebrizaram - "Voina i mir" (Guerra e Paz - 1865/1869) e Anna Karenina. O primeiro, que consumiu sete anos de trabalho, é considerado uma das maiores obras da literatura mundial.
Embora extremamente bem-sucedido como escritor e famoso mundialmente, Tolstoi atormentava-se com questões sobre o sentido da vida e, após desistir de encontrar respostas na filosofia, na teologia e na ciência, deixou-se guiar pelo exemplo da vida simples dos camponeses, a qual ele considerou ideal. A partir daí, teve início o período que ele chamou de sua "conversão".

*Conversão
Seguindo ao pé da letra a sua interpretação dos ensinamentos de Jesus Cristo, Tolstói encontrou o que procurava, cristalizando-se então os princípios que norteariam sua vida a partir daquele momento.
O cristianismo do escritor recusou a autoridade de qualquer governo organizado e de qualquer igreja. Criticou também o direito à propriedade privada e os tribunais e pregou o conceito de não-violência. Para difundir suas ideias Tolstoi dedicou-se, em panfletos, ensaios e peças teatrais, a criticar a sociedade e o intelectualismo estéril.
Após sua "conversão", Tolstói deixou de beber e fumar, tornou-se vegetariano e passou a vestir-se como camponês. Jaime de Magalhães Lima que visitou e correspondeu-se com Tolstoi escreveu:
“Leão Tolstoi foi um adepto e um apóstolo do vegetarismo. E não é pouco nem insignificante que um tal espírito e tão sublimado coração perfilhasse e praticasse essa doutrina, que a inércia moral e o poder do vício desprezam ou escarnecem na cegueira própria da sua particular estreiteza.”
Convencido de que ninguém deve depender do trabalho alheio passou a limpar seus aposentos, lavrar o campo e produzir as próprias roupas e botas. Suas idéias atraíram um séquito de seguidores, que se denominavam "tolstoianos". Decidiu abrir mão de receber os direitos autorais dos livros que viria a escrever, só voltou a querer utilizar este dinheiro quando precisou angariar fundos para transportar para o Canadá uma comunidade de camponeses perseguidos pelo governo.
Tolstoi chegou a ser vigiado pela polícia do czar. Devido a suas idéias e textos, foi excomungado pela Igreja Ortodoxa russa, em 1901. Alguns de seus amigos e seguidores foram também exilados. Tolstoi somente não foi preso porque era adorado em todo o mundo como um dos maiores nomes da arte de seu tempo.
Tolstoi, porém, não conseguia alcançar a simplicidade em que acreditava. Sua família, especialmente a mulher Sônia, cobrava-lhe os luxos e riquezas aos quais estavam acostumados. Os filhos davam razão a mãe, a quem Tolstói amava e que ameaçava se matar quando o escritor fazia menção de abandonar a casa.
Sônia, que havia lhe dedicado a vida, cobrava que o escritor deixasse para ela, em testamento, os direitos autorais das obras que fez na fase final de sua vida. Tolstoi, por sua vez, elaborou um testamento secreto, no qual passaria todos os direitos autorais a um tolstoiano de nome Chertkov, que tornaria sua obra pública.
Aos 82 anos de idade, Tolstoi decide, enfim, fugir de casa e abandonar a família para largar aquela vida na qual ele não mais acreditava.

* Morte
Durante alguns dias a fuga foi um sucesso. Nos trens e nas estações por que passava, Tolstoi era reconhecido por todos, já que era o homem mais famoso da Rússia. Porém, devido a sua preferência em viajar em vagões de terceira classe, onde havia frio e fumaça, o já debilitado escritor contraiu uma pneumonia, que foi agravando rapidamente. No dia 20 de novembro de 1910, o velho escritor morreu durante a fuga, de pneumonia, na estação ferroviária de Astapovo, província de Riazan.
O trem funerário que trazia seu corpo foi recebido por camponeses e operários que viviam próximos à propriedade dos Tolstoi. Seu caixão foi carregado seguido por uma multidão de 3 a 4 mil pessoas. O número teria sido ainda maior se o governo de São Petesburgo não tivesse proibido a vinda de trens especiais de Moscou para o enterro do escritor. Sua morte foi noticiada nos principais jornais do mundo.

*Ideais
*Proximidade com o anarquismo
Para Tolstoi, os Estados, as igrejas, os tribunais e os dogmas eram apenas ferramentas de dominação de uns poucos homens sobre outros, porém repudiava a classificação de seus ideais como sendo anarquistas. Foi citado pelo escritor anarquista russo Piotr Kropotkin no artigo Anarquismo da Enciclopédia Britânica de 1911 e alguns pensadores o consideram como um dos nomes do Anarquismo cristão. Outra aproximação com o anarquismo se deu em 1862, quando Tolstói, em viagem pela Europa, visitou o autor anarquista Proudhon. Este estava a escrever um texto chamado "La guerre et la paix", cujo título Tolstói propositalmente utilizou em seu maior romance.
O escritor não se auto-encaixava no anarquismo e não acreditava em guerras e revoluções violentas como solução para quaisquer problemas, mas sim em revoluções morais individuais que levariam às verdadeiras mudanças. Afirmava que suas teses se baseavam na vida simples e próxima à natureza dos camponeses e no evangelho e não nas teorias sociais de seu tempo.

*A busca pelo natural
Apesar de afirmar ter-se convertido no último período de sua vida e de renegar seus trabalhos mais famosos, encontram-se nestes mesmos textos diversas referências sobre a busca do autor por uma vida simples e próxima à natureza. Segundo o escritor George Woodcock em "A História das ideias e movimentos anarquistas", em todos os romances que Tolstoi escreveu quando mais novo, ele "considera a vida tanto mais verdadeira quanto mais próxima da natureza".
Ainda antes, na infância, Tolstói alimentava, junto aos irmãos, um sonho de fraternidade total. Eles acreditavam que o círculo fraterno que formavam poderia ser expandido e englobar a humanidade inteira, eliminando todos os problemas. O local onde esta utopia foi idealizada, sob a sombra de uma árvore em um bosque da Rússia, é o local onde foi enterrado Tolstói, conforme ele pedira, e também mais um seu irmão.

* Pacifismo
Tolstoi ficou famoso por ser um pacifista. Nas palavras de Mahatma Gandhi, com quem Tolstói trocou correspondência, o escritor foi o maior "apóstolo da não-violência". No livro "O Reino de Deus está em vós", Tolstoi baseia-se no Sermão da Montanha para afirmar que não se deve resistir ao mal utilizando-se do próprio mal.
No mesmo livro, continuando seu raciocínio pacifista, o escritor afirma ser contrário ao serviço militar obrigatório (e ao militarismo como um todo). Ele também defende e exalta povos como os Quakers, que buscam a simplicidade, a autonomia e não utilizam de violência.

* Religiosidade sem dogmas
Foi excomungado pela Igreja Ortodoxa Russa, religião dominante no seu país, depois de tanto critica-la. O escritor entendia como dogmas irracionais, que serviam para dominar o povo, alguns dos conceitos mais caros à Igreja. Considerava e seguia a doutrina de Jesus, mas achava impossível, por exemplo, que Jesus pudesse ser um homem e Deus, ao mesmo tempo. Para Tolstoi, Deus estava nas próprias pessoas e em suas ações e Jesus teria sido, para ele, o homem que melhor soube exprimir uma conduta moral que gerasse justiça, felicidade e elevasse espiritualmente a todos os homens.
Seu cristianismo exacerbado, no fim de sua vida, assemelhava-se ao cristianismo primitivo. Em alguns trabalhos publicados, seus textos foram muito mais longe que suas atitudes pessoais, como em "Sonata a Kreutzer", que mostra uma tendência a exaltar o celibato, porém o escritor ainda teve filhos depois desta obra. Pouco antes de sua morte, seus amigos o aconselharam a se retratar com a Igreja, este porém, recusando-se.

*Citações
Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia.
—Liev Tolstói
Os ricos fazem tudo pelos pobres, menos descer de suas costas.
—Liev Tolstói

Enquanto houver matadouros, haverá campos de guerra.
—Liev Tolstói
Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo.
—Liev Tolstói

Em vão, centenas de milhares de homens, amontoados num pequeno espaço,
se esforçavam por desfigurar a terra em que viviam. Em vão, a cobriam de pedras
para que nada pudesse germinar; em vão arrancavam as ervas tenras que pugnavam por irromper; em vão impregnavam o ar de fumaça; em vão escorraçavam os animais e os pássaros - Em vão… Porque até na cidade, a Primavera é Primavera.
—Tolstói, em "Ressurreição"
O homem pode viver 100 anos na cidade sem perceber que já está morto há muito tempo
— Tolstói, em "Sonata a Kreutzer

A felicidade é estar com a Natureza, ver a Natureza e conversar com ela.
— Tolstói, em "Os Cossacos"

* Obras mais relevantes
Infância (1852)
Adolescência (1854)
Juventude (1856)
Crônicas de Sebastopol (1855-1856)
A felicidade conjugal (romance, 1858)
Cossacos (romance, 1863) - descreve a vida deste povo.
Guerra e Paz (romance, 1865-1869) - é uma monumental obra, na qual Tolstói descreve dezenas de diferentes personagens durante a invasão napoleônica de 1812, na qual os russos incendiaram Moscou ou Moscovo.
Anna Karenina (romance, 1875-1877) - conta as histórias paralelas de uma mulher presa nas convenções sociais e um proprietário de terras filósofo (reflexo do próprio Tolstói), que tenta melhorar a vida dos seus servos.
Confissão (1882)
O reino de Deus está em vós (ensaio, 1894)
A morte de Ivan Ilitch (romance, 1886)
A sonata a Kreutzer (romance, 1889)
O que é arte? (ensaio, 1898)
Padre Sérgio (conto, 1898)
Ressurreição (romance, 1899)
Babine - o parvo (peça de teatro infantil)
Obras Pedagógicas
Não posso me calar
Hadji Murat (romance, esrito entre 1896 e 1904, publicado em 1912)
Contos populares
O Diabo e Outras Histórias (compilação de contos)
Contos da Nova Cartilha - 2005
Kholstomér, a História de um Cavalo

* Notas e referências
1. O Vegetariano: Mensário Naturista Ilustrado, II Volume, Março de 1911, pp. 2-4.

* Ligações externas
A vida de Tolstói
Romain Rolland, The Life of Tolstoy (1911) (a Vida de Tolstoi, por Romain Rolland, em inglês

terça-feira, 15 de junho de 2010

Vamos Agir

Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.
Dalai Lama

sábado, 5 de junho de 2010

Depois de algum tempo você aprende a diferença!!!


Bom dia, caros amigos, todos nós alguma vez já ouvimos este poema, mas, não refletimos como deveria lhe convido é maravilhoso e faz bem a saúde espiritual, cuidado, pois se você tiver o alerta em sua alma, de um sensato exame de consciência e isso não modificar seu comportamento, pode ser que você já esteja atrofiado e é assim o diagnóstico de morte de muitos que poderiam ser grandes formadores de opinião, mas que se venderam, lamentavelmente.

Em amor Pr. Marcelo Marques, assim segue:




Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começa aprender que beijos não são contratos, tampouco promessas de amor eterno. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol pode queimar se ficarmos expostos a ele durante muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe: algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e, por isto, você precisa estar sempre disposto a pedoá-la.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la; e que você, em um instante, pode fazer coisas das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e que, de fato, os bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos permitiu conhecer. Aprende que não temos que mudar de amigos: se compreendermos que os amigos mudam (assim como você), perceberá que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo, assim mesmo, bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente amamos com palavras brandas, amorosas, pois cada instante que passa carrega a possibilidade de ser a última vez que as veremos; aprende que as circunstâncias e os ambientes possuem influência sobre nós, mas somente nós somos responsáveis por nós mesmos; começa a compreender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que se pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se deseja tornar, e que o tempo é curto. Aprende que não importa até o ponto onde já chegamos, mas para onde estamos, de fato, indo – mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar servirá. Aprende que: ou você controla seus atos e temperamento, ou acabará escravo de si mesmo, pois eles acabarão por controlá-lo; e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada ou frágil seja uma situação, sempre existem dois lados a serem considerados, ou analisados.
Aprende que heróis são pessoas que foram suficientemente corajosas para fazer o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências de seus atos. Aprende que paciência requer muita persistência e prática. Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, poderá ser uma das poucas que o ajudará a levantar-se. (…) Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá parar para que você possa consertá-lo. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante você mesmo seu jardim e decore sua alma – ao invés de esperar eternamente que alguém lhe traga flores. E você aprende que, realmente, tudo pode suportar; que realmente é forte e que pode ir muito mais longe – mesmo após ter pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, você, o seu próprio e inquestionável valor perante a vida.


Willian Shakespeare

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO


O xadrez, um dos jogos mais antigos do mundo, está transformando a realidade de uma das cidades mais pobres do Rio. O município de Japeri, na Baixada Fluminense, tem um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do estado, o pior da Baixada. Agora, a prefeitura tenta mudar esse quadro através do xadrez. De acordo com a Secretaria municipal de Educação, cerca de 6 mil alunos do Ensino Médio participam do projeto Xeque-Mate, criado em 2009.


05/06/2010 07h39 - Atualizado em 05/06/2010 07h39
Xadrez vira trunfo contra baixo IDH em escolas da Baixada Fluminense
Projeto Xeque-Mate leva jogo aos alunos do Ensino Médio.Cerca de seis mil alunos participam do projeto em Japeri.
Bernardo Tabak Do G1 RJ
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O xadrez, um dos jogos mais antigos do mundo, está transformando a realidade de uma das cidades mais pobres do Rio. O município de Japeri, na Baixada Fluminense, tem um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do estado, o pior da Baixada. Agora, a prefeitura tenta mudar esse quadro através do xadrez. De acordo com a Secretaria municipal de Educação, cerca de 6 mil alunos do Ensino Médio participam do projeto Xeque-Mate, criado em 2009.
O tabuleiro estendido no chão e as peças gigantes transformam o xadrez em uma brincadeira. (Foto: Bernardo Tabak/G1)
“A gente acredita que pode melhorar o nosso IDH através de projetos como o Xeque-Mate”, ressalta a secretária de Educação de Japeri, Miriam Paz. A Fundação Cide (Centro de Informações e Dados do Estado do Rio de Janeiro), órgão do governo estadual, apresenta Japeri na 77ª posição no ranking do IDH-M do estado, de um total de 92 municípios.
Hoje, 15 das 30 escolas de Japeri integram o projeto, que tem alunos de 8 anos até mais de 30 anos, das classes de Educação de Jovens e Adultos (EJA). O objetivo é fazer com que, através do xadrez, os alunos tenham avanços no desempenho escolar e um melhor comportamento na relação com os colegas e professores.
“Muitas vezes, é difícil fazer os alunos prestarem atenção às aulas. O xadrez é bom para a concentração, a paciência, a memória e a análise sintética”, observa Miriam, que tem 20 anos de magistério e é especialista em educação de crianças com dificuldade de aprendizagem.

conquista população de JaperiAo contrário de muitas outras crianças da idade dela, Gabriella Marins, de 9 anos, prefere o xadrez ao videogame. “Enjoei. Hoje, eu gosto mesmo é de jogo xadrez na escola e em casa”, conta ela. Já Everton Lima, 11, diz que, depois dos estudos, se divide ente o xadrez e o futebol. “Ensino xadrez aos meus amigos para poder jogar com eles”, revela o menino.
O jogo virou mania a ponto de o tabuleiro ser disputado nos tempos vagos da escola. De acordo com os coordenadores do projeto, não só os alunos, mas os moradores de Japeri se empolgaram com a novidade. “Com as aulas, a gente despertou o interesse da população pelo jogo”, destaca Sheila Carmo dos Santos, uma das coordenadoras.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Os presidenciáveis se embaraçam pra falar de casamento Gay

O nome de Marina Silva, pré-candidata do PV à Presidência da República, figurou ontem com destaque em sites e blogs gays de todo o País. Foi por causa das declarações que deu, em entrevista, contra o casamento gay.
Não tem jeito. Entra eleição e sai eleição e o assunto continua sempre causando algum tipo de embaraço aos políticos, assim como o aborto e a maconha ­– os chamados temas delicados de campanha. Eles sabem disso e, sempre que podem, fogem deles. Se alguém pergunta ao candidato sobre economia, ele tem prazer em se alongar na resposta, mostrar seu cabedal e propostas. Se a pergunta for, porém, sobre o fim da criminalização do aborto, a resposta será curta e, de preferência, não muito definitiva.
É sabido que quanto mais o candidato se alongar, maior a chance de pisar no calo de uma parte do eleitorado. Se defender o aborto, agrada feministas, setores da área de saúde pública, parte do mundo acadêmico e algumas cabeças livre pensantes; mas também corre o sério risco de despertar a ira em grupos religiosos e afastar o eleitorado mais conservador.
Marina tentou agradar os dois lados. De olho no eleitorado gay, garantiu que é favorável à união civil entre homossexuais. E, com o outro olho no eleitorado evangélico, afirmou que não pode aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, porque se trata de um sacramento.
Parece politicamente correto. Mas não é. A candidata do PV confunde religião com Estado. Os gays não estão reivindicando sacramento religioso, mas sim direitos iguais aos de outros cidadãos perante o Estado – que, no caso brasileiro, é laico e não religioso, como ocorre no Irã. Eles sabem que a união civil é mais limitada do ponto de vista legal do que o casamento em cartório civil que está ao alcance dos heterossexuais.
José Serra, do PSDB, já deu resposta mais elegante e afiada sobre o mesmo assunto. Quando concorreu à Presidência pela primeira vez, em 2002, ao ser indagado sobre o projeto de lei que propõe a união civil entre homossexuais, eles disse sem pensar duas vezes: “O Estado não deve se intrometer na vida das pessoas.”
Pode-se dizer a favor de Marina que ele está situada, do ponto de vista dos interesses dos homossexuais, anos-luz à frente de Anthony Garotinho – político e evangélico como ela. Naquele mesmo ano de 2002, concorrendo como Serra à Presidência, pelo PSB, ele atacou frontalmente o projeto de união civil e outros direitos dos homossexuais, açulando os setores evangélicos mais conservadores. “Eu, pessoalmente, não sou frango”, fez questão de frisar o ex-governador do Rio, em tom debochado, numa entrevista, para afastar dúvidas sobre sua orientação sexual.
Grosserias e gafes são comuns nesse território. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já protagonizou algumas. Nos anos 70 disse em entrevista que não existiam homossexuais no meio dos operários. Em 2006, em Pelotas, no Rio Grande do Sul, deixou escapar que a cidade era um “pólo exportador de veados” (falou como uma gracinha, uma piada entre amigos, sem saber que estava sendo gravado).
Grosserias e gafes à parte, o partido do presidente, o PT, foi o primeiro a tratar abertamente em seu programa da questão da defesa dos direitos dos homossexuais. E Lula, em seus dois mandatos, seguiu o que estava no programa. Entre outras coisas, organizou a primeira 1.ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, em Brasília. Na ocasião, vestiu o boné usado pelos participantes do encontro e discursou contra o preconceito e a favor da igualdade de direitos.
O antecessor de Lula já havia aberto a trilha. Na segunda edição do Programa Nacional de Direitos Humanos, de 2002, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tratou pela primeira vez dos direitos dos homossexuais. Na cerimônia de lançamento do programa, quando um gay pôs nas mãos de Fernando Henrique uma bandeira do arco-íris, ele não a escondeu: abriu e exibiu

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Exposto ao Mundo

Texto: “Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado,dizei: Somos servos inúteis”. Lucas 17:10a

INTRODUÇÃO:
A Bíblia descreve diversos desejos realizados, como por exemplo: Ana em ter filhos, Salomão em ter sabedoria e Moisés em Deus ir com ele na jornada do deserto, mas, há também pedidos que não foram realizados, como a história que esta no Livro de Mateus Capitulo 20 que relata a existência de:
Dois lugares, dois pretendentes, uma intercessora, um príncipe e um desejo.
Esta história é curiosa, pois se trata de dois pretendentes que já integram a mais alta patente do exército do Cristo Vivo, são dois homens distintos, que tiveram as suas vidas modificadas e que por desejo da mãe “intercessora” vão pleitear a honraria-mor, as adjacentes vertentes que podem ligar o máximo ao máximo dos máximos, eles não menos pleiteiam o que os colocaria acima dos demais, e isso é o que os impulsionou a buscarem ter com Jesus para pedir que fossem mais que reconhecidos, eles queriam que fossem elevados, e quanto ao desejo da mãe e dos dois irmãos, ele esta equivocado, ou não? Convido-lhes a pensar um pouco sobre isto.

DESENVOLVIMENTO:
Em minha mensagem que vos trago quero discorrer não no desejo de esgotar a crítica, mas antes de motivar o pensamento, sobre quais direitos temos de exigência, quero pedir atenção de todos os presentes, para entender que hoje não tenho por motivos o propósito de transmitir a Teologia da pobreza de Giovanni di Pietro di Bernardone (O Assis) um precussor da Teologia Renascentista do séc XII em diante.

1° TÓPICO: A VIDA E HISTÓRIA DE JOSÉ QUE ESTEVE NO EGITO.
E sim quero antes falar sobre a compreensão do passado, presente e futuro. O que temos, o que fomos e o que seremos.Pois se por este caminho andarmos iremos compreender que muito do que pedimos não acontece, e muito do que acontece não pedimos, o convite é para uma introspecção para análise de nossas atitudes, do comportamento que por vezes é nocivo, por não compreendermos a Graça emerecida de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se observarmos na história do que um dia seria chamado Nação de Israel, veremos que houve um homem bom entre os decendentes de Jaco, seu nome era Jose que no hebraico tiberiano Yôsep significa “Deus acrescenta” e de fato a este Jose,acrescentou, tanto, mais tanto sendo eu sucinto me atenho a dizer apenas que o mesmo veio a se tornar Abdom que hoje entenderiamos como chanceler, mesmo em a maioria das traduções trazerem a palavra Governador, de onde? da fortaleza, do porto seguro, da maior potência, da providência que era o Império Egípcio.
No livro de Gênesis 45:20 o Faraó manda o recado à família de José, que longe estão sofrendo as consequências de anos de dores, dizendo: “Não vos pese coisa alguma das vossas alfaias” a miserável parentela de José excaça de toda boa providência, desprovida de tudo que é bom, em vindo a ter regalias reais,vindo a ter as nobres posses, teria que se despedir de tudo, do seu passado e não trazê-lo junto consigo, Faraó assim dizia, parafraseando: Não traga o velho tapete, não traga o surrado cobertor, os pobres e coitados lavradores de terras e pastores de rebanho, podiam esquecer de que em vindo morar em terras vastas que na mala a tira colo não teriam que traser as suas empoeiradas alparcas e todas as suas mazelas e tracarias velhas, pra quê Faraó faz esta ressalva, faz este aviso? Eu também me perguntei, e conclui, para que quando estiverem rodeados de joias, de todas as regalias reais egípcias, cercados de prata, ouro, bronze de seda de gala lembrem-se, quanto vai de tempo a tempo e de forturna a fortuna, pois o velho ficava apenas na lembrança e assim, revendo tudo que para tráz ficou digam graças ao bom Faraó.
Se você quer conhecer, tocar, apalpar o que muito o rei lhe tem feito começe revendo mesmo em tempos melhores, o que vocês tinham lá da banda donde ficaram os currais, pois com isso vocês conseguirão ter lastros, ter afetos e principalmente ter gratidão pela riqueza que hoje os presentes possuem, dada pelas mãos do bom Faraó.


2° TÓPICO: QUANTO A MÃE DOS PRETENDENTES.
E voltando ao texto de Mateus 20, compreendemos que não há o que discutir diante da negação de Jesus Cristo à mãe “intercessora” sobre o pedido dos dois predentes porque deveriam estes se lembrarem, que eram NADA, e que agora de tempo a tempo de fortuna a fortuna tinham, pelas mãos do Bom Jesus, se tornado membros de duas cadeiras cativas ao redor do Mestre, ainda que estas duas cadeiras não fossem as principais, mas lá estavam, devidamente lembrados como um dos importantes que estiveram do lado de Jesus, mas, isso não bastava, queriam pra si as do lado do Senhor, lembrem-se, que o lugar de onde estavam e para onde estão, do que eram e do que viram a se tornar. Lembre-se todos, Jesus tem reconchecido tudo que somos e a este esforço Ele tem dado o devido merecimento, e ninguém melhor do que Ele sabe o que merecemos.
3° TÓPICO: QUEM ERA DAVI, E ONDE DEUS O TINHA COLOCADO.
No 2° livro de Reis capítulo 7 esta registrado o lugar de onde Davi saiu e para onde Deus o havia colocado, tirado-o dos meio dos estrumes das olvelhas, para pólidas vestes de capitão e governador, do relento de um fria madrugada, para as aquecidas paredes do palácio real, lembrando-o que nada era, e que o mesmo Deus o havia transformado, na mais doce fragância do mais raro perfume, não encontrado nas mãos de nenhum perfumista naquele momento, que era o cheiro da Esperança, lembrando de quem era, do lugar donde veio para que quando o Primeiro Ministro de Israel lhe entrega-se o bastão real nas mãos ele recordaria que estas mesmas mãos seguraram o cajado no pasto das terras de seu pai Jessé, para que Davi se lembre que ao revirar uma espada cortante dentro das entranhas de algum filisteu ele (Davi) saiba : “dias atráz estas mesmas mãos limpavam bicheiras e tirava carrapatos das ovelhas de meu pai. Para que o homem Davi em temendo o escuro de uma caverna, o frio de um vento da madrugada em fulga, a dor da perda de um amigo intímo, de como é ser traido pelo própio filho, de como é ser perseguido por aquele aquem a mão tocava canções, ele (Davi) tenha certeza e saiba:
“Antes era muito pior”. E entenderá, e irá chorar, e dirá de tempos em tempos de fortuna a fortuna eu sou grato por saber Meu Deus é Bom Graças te dou Bom Deus.
E só assim abre-se uma possibilidade de disculssão para indagar a Jesus e dizer por que os pretendentes não podem herdar a cadeira de destaque, por que não tenho o direito de como um menino mimado choramingar dizendo o que pretendo apenas para ser mais bonito que o outro, não que eu mereça, Jesus esculte-me, esta questão de merecimento não esta em jogo, eu estou dizendo, não quero saber se é de direito eu apenas quero destaque e veja: até comigo e meu irmão, veio minha mãe e ela já até se convenceu que de fato mereço ter uma cadeira melhor que a de Pedro, que a de Tomé e melhor também do que as dos demais.
Mas como não é este o caso restou o silêncio dos predentes e da intercessora, calados e com um implícita verdade: O QUE EU VIM FAZER AQUI? ONDE EU ESTAVA COM A CABEÇA?.
Por quê Pastor? Alguém dentre vocês podem estar se perguntando, eu diria, por que souberam medir a sua fortuna, e eu lhes pergunto: Vocês sabe medir as vossas fortunas?. Eles balancearam o que eram, com o que já estavam sendo com o que queriam ser, e chegaram a conclusão simples e objetiva eu ontem remava o barco e hoje estou assentado em uma das doze cadeiras do Reino Eterno, e a lacuna entre os dois pontos é indagativa : Pode eu querer mais alguma coisa, diante de tanto que Deus têm me dado, a não ser querer lhe render graças?.
Depachados os pretedentes e sem causas, que a propósito, não seria este o motivo de muitos que se queixam nos dias de hoje? Porque não tem causa na pretenção que acaba de ser negada? Não seria este o motivo que muitos hoje se apostataram da fé por tão somente não terem sua vidas transformadas como que em um conto de fadas e da noite para o dia serem milhonários,comprarem um casa de praia, ter quatro carros na garagem e por ai vai?. Eles se esqueçeram que o Reino de Jesus é real e por assim ser, tratem estes de medir a sua fortuna, pois eram miseráveis e Jesus os escolheu para a sua maravilhosa luz e os fez bem aventurados, e entenda eu antes era nada, e agora Jesus me têm dado a maior fortuna, eu estou salvo.

Você que me ouve, pode estar como muitos já estiveram indagando: porque não recebo, porque não tenho, eu lhe respondo você já tem, você já recebeu, receberá mais? Claro, mas saiba, Deus é digno de nossa gratidão.
4° TÓPICO: O MERECIMENTO É PELO PRESENTE MOMENTO.
Dizia, Lúcio Aneu Sêneca, um dos mais célebres escritores e intelectuais do Império Romano:
Se me perguntas, que hás de conseguir pelo que fizestes, ou forte ou generosamente? Respondo-te, que tê-lo feito. As ações de hoje tem em si os seus própios méritos, se houver louros a serem acolhidos pelos meus ouvidos, ótimo! caso não saibamos que o que vale é o prazer de estar na batalha travada hoje, o prazer de olhar para o inimigo e dizer eu não irei desistir eu irei prosseguir, saiba que esta pode ser a ultima vez que você olha pra mim pois posso te destruir, por que travo esta batalha ciente que este é meu mérito é minha vitória, a vitória de simplesmente estar na batalha, são estes os meus louros, e digo: a percistência me levará ao sucesso, e dela eu colho os méritos.
- A MAIOR ESTATUA QUE NUNCA EXISTIU:
E agora adentrando na ênfase da mensagem discorro sobre O Principe que diante dos pretendentes disse: “Quando fizerdes tudo, dizeis sois servos inúteis”. Sim por que não recebereis por aquilo que é obrigado a fazer, não serei prospero por por tão somente ter devolvido o dízimo, por ter orfertado a Casa do Tesouro, por tão somente ser fiel,porque? Por ter feito o que deveria fazer, e qual é o mérito disso, não há! Por que? Por que fiz o que deveria fazer.
E há uma seriedade implícita, pois aos que acham que fizeram mais do que o que deveria, enganam-se pois quem mais pode, mais deve, mais tem que pagar.
Me lembro de Catão, o velho estadista romano também conhecido como “O Censor”, um dos grandes graus da militancia romana, que não foi devidamente lembrado com uma estátua no capitólio, e quando pergutaram: onde esta a estátua de Catão? A pergunta era a maior de todas as estátuas já vista, pois enquanto os demais romanos honrosos tiveram sua estatua exposta ao Senado Romano,Catão teve a sua exposta ao mundo.
-DEPOIS DE UMA FORTUNA,POSSA SER QUE VENHA UMA DESGRAÇA M.M.C
SANSÃO E PRÓDIGO:
Eu estive pensando sobre esta frase e me veio a mente Sansão e Pródigo, ambos afortunados e enveterados fanfarrões até o ultimo centavo gasto, ou até os olhos cegos e própias mãos que empurram pilastras sobre si própio. De observar posso vê-los de longe como quem apenas esta assistindo (se é que isso é possível) e vejo: lá esta, os musculos algemados a duas fortes cadeias, os belos cachos, apenas na lembrança pois a atual cabeça raspada é um medalhão para lembrar-lhe a vergonha, olha contracenando esta o filho, não é qualquer filho, se não o Pródigo em pessoa, quase nú, faminto ao ponto de esbofetear o rebanho que pastoreava que aliás, era asqueroso, por que isso aconteceu? por que ambos assim pediram isto. Sansão pediu casar com uma filisteia conforme escrito em Juizes 14:2 e o pródigo o direito de gastar a sua fortuna, conforme Lucas 15:12. E pediriam se soubessem, obviamente que não, e por que pediram, vocês já sabem a resposta. Por não saber o que pediam. E isso é um tanto cómico pois Cristo diz que o que pedimos receberemos.Pense sobre o que tens pedido e reveja seus impetos pois eles podem decretar uma desgraça.
-O QUE VOCÊ ESTA PEDIDO?:
Muitos hoje têm com clareza afirmado o que querem, possa ser que Deus os conceda, por ele ter conhecimento se o que pedes é bom, lho será dado, ao contrário será negado, mas se Ele sabendo do fim do pretendente não dará pois pede para seu bem, ou para o mal.








-O QUE PAULO PEDIU, FOI ATENDIDO?:
Paulo pediu que por três vezes lhe fosse tirado, o que a Bíblia descreve como “espinho na carne” e o mesmo Paulo afirma, foi negado.

-OS LADRÕES:
O Cristo tinha do seu lado dois ladrões, um pediu para ser lembrado e o foi o outro preferiu o ultimo deboche, e debochado foi.

CONCLUSÃO:
O meu apelo é este: que Deus me ouça como queria Platão que Jupiter o ouvisse, assim era a sua oração:
Jupiter, dai me o bem, ainda que não o peça, e livrai-me do mal, ainda que vo-lo peça.
Mesmo em não conhecendo a Deus, no que diz respeito a intenção, fez certo o filósofo, pois, o que ocorre é que as vezes pedimos o mal, pensando errado que é o bem, e por vezes pedimos o bem sem saber que isso é mal. Como você quer estar exposto ao mundo? Como se lembrarão de seus feitos e perguntarão pela sua estatua, você consegue mesmo que em frente a uma avalanche que vem em sua direção, dizer: este é meu mérito e dele pela percistência eu alcanço a vitória, e não me importa o que terei, pois me basta saber que medindo de tempos em tempos e de fortuna a fortuna, eu estou muito melhor, e o que acontecerá apartir daqui depende de Deus e não de mim, pois em sua vontade entreguei o meu espírito.


APELO: Venha se entregar em oração comigo como quem diz:
Deus só o Senhor sabe o que é bom, “seja feita a Tua vontade, assim na Terra, como no Céu”.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A Pedra - Autoria desconhecida


O distraído nela tropeçou...O bruto a usou como projétil.O empreendedor, usando-a, construiu.O camponês, cansado da lida, dela fez assento.Para meninos, foi brinquedo.Drummond a poetizou.Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento, independente do tamanho das pedras, no decorrer de sua vida.

Não existirá uma que você não possa aproveitá-la para seu crescimento espiritual.
Quanto à sua pedra atual, tenho certeza que Deus irá te dar sabedoria, para mais tarde você olhar para ela, e ter orgulho da maravilhosa experiência que causou em sua vida, no seu crescimento espiritual.

VIDEO AMADOR DE JERUSALÉM

Faço das minhas, as palavras dele.

Eu descobri em mim mesmo desejos os quais nada nesta terra podem satisfazer, a única explicação lógica é que eu fui feito para um outro mundo. C. S. Lewis

REFLEXÃO

Levar uma vida cristã significa ter os comportamentos aprovados pelo grupo religioso a que pertencemos?